E o que eu gosto desta música pela boca do Sam Cooke? Mas nesta latitude muitos vídeos que me gustan dizem o seguinte: "this video is not available in your country / Sorry about that ... ... ... ... ... ... ... ..." Not excused, mann!
É que nao encontro nada parecido para consolar a vontade de ouvir esta em particular enquanto trabalho...Não é metal dos 80 o dia todo. Às vezes "vareia" (como eu gosto desta expressão x)
Entretanto, fica outra que, nao sendo a que eu cantarolei a tarde toda (junto com "Stardust"), também é boa por várias razoes.
(Sam Cooke cantava R&B. A malta que virou vedeta nos últimos 5 anos canta... hmm... cenas)
(Queridos Sam e Nat, nao revirem na tumba que eu cantei só para mim, sem chatear ninguém... sim, prometo, estava cá gente na sala)
este quadro da Frida Khalo (México, 1907-1954) e, simplesmente, não me recordo de o ter visto na exposição da vida dela no Verão. Se não se dever a uma falha de memória, então foi pura falta de atenção. Terei deixado passar ao vivo algo que captou a minha atenção num canto de um ecrã? Tá bem tá... é capaz de ser da idade.
e não me apetece fazer nadinha. Isso é muito preocupante. ai Faltam 30 e tal horas para entregar o trabalho e é que nem a pressão de última hora ajuda :o
Com 3 anos de idade vibrava a ver touradas. Levantava-me da cadeira sempre que o touro se aproximava indignada "o touro vvai dar uma marrrada no cavvvvvalo!" Era uma miuda que vincava a sua opinião,a começar pelo impacto auditivo do que proferia, neste caso, as minhas consoantes de estimação (v & r) :)
Mas isto era eu aos 3 anos. Depois o tempo passou e cresci e, algo que as vezes acompanha o crescimento físico, amadureci e mudei ideias (algumas, vá).
"Em Portugal as touradas foram proibidas no tempo do Marquês do Pombal, após uma em que faleceu uma grande figura nobiliárquica estimada pelo monarca D. José." in Wikipedia
Posto isto, tenho a dizer que o Marquês do Pombal foi o maior! E o D. José também, ora pois, que evitou que mais pessoas fossem falecer a touradas, além dos touros que são torturados e o camandro.
Ora bem, a ver se consideramos dois lados.
A tourada é 1 manifestação cultural milenar e é 1 desprezo enorme acabar com isso advogando que os touros sofrem imenso quando 1 pato engordado à força sofre tormentos terríveis e o fois gras continua a ser tão apreciado.
Todas as culturas têm manifestações culturais violentas e não violentas. O facto de ser 1 tradição não justifica que sejam mantidas. Eu não papo fois gras nem caviar. Não gosto, nem do cheiro mas também me recusaria se apreciasse. Aliás, pagaria bem mais mas ia saborear o paté de fígado de 1 certa quinta francesa que se rege por princípios de sustentabilidade na prodição e se vende em lojas Gourmet.
Os touros de lide são exclusivamente criados para isso. São excepcionalmente bem tratados e extinguir-se-ão se as touradas acabarem, pois não têm outra utilidade. :(
Não é por se fornecer condições melhoradas que se pode terminar com a vida do bicho sob tortura. E, a conservação de uma espécie não pode ser baseada no prazer de dominar os "salvos da extinção". É muito egoista falar em preservar o touro de lide para tal fim. E os ferros espetados no lombo doem sim. E sou contra qualquer badameco que venha dizer o contrário até lhe serem espetadas 6 agulhas de lã pela espinha abaixo e que diga no fim "eu não disse? Faz doidói mas não arde. Vamos tomar café"
É um elogio ao homem e à virilidade lutar contra um touro.
Não é 1 elogio à masculinidade vestir-se tão mariquinhas e e usar de lâminas afiadas para espetar no lombo do touro. É 1 luta desigual (a menos que o touro salte pela plateia, distribuindo umas marradas).
As touradas estão ligadas à religiosidade, simulando 1 luta entre o bem e o mal.
Pois sim, mas eu cá sou pelo touro. Além do que, para manifestações religiosas que não doem, há a missa (se o padre não for chato).
O que eu acho disto tudo... sou a favor de touradas. Vá calma que ainda não acabei. O que considero mesmo de macho nesta "arte" é a pega, os forcados, 8 tipos que querem imobilizar o touro e vão sem armas. Tourada à corda como se faz nos Açores é o que eu chamo de tourada sustentável. E outra versão francesa cujo nome não recordo agora. Se tem menos público e não rende comercialmente para criar os touros e a indústri a eles associada... então tirai os collants de licra cor-de-rosinha e botai o rabo a trabalhar noutra área.
Nos derivados do título, está incluido o circo com animais. Já gostei e adorei quando tinha menos 20 anos. Neste momento acho miserável. Fim
Produto nacional, de Leiria, faz parte da minha adolescência como vocalista dos Silence 4, surgidos em 1998 e finitos em 2002. Pai de família. Estudou cinema. Tem trabalhado a solo desde o fim da banda. Não costumo ouvi-lo nem fui a nenhum concerto. A voz dele faz bem aos meus ouvidos. Gosto muito de algumas músicas e tenho recordações do baú ligadas a outras (dele e da banda). Está aqui também porque tem uns lábios esculpidos a cinzel. E por ter todo 1 conjunto agradável à vista. Muito agradável
foi eu ter ido correr com -3 graus no centro da cidade. Nada como voltar aos treinos e ter uma monitora que é da altura do meu irmão (mas em mulher e isso, impõe muito respeito) cheia de disposição e energia. Estou feliz :D e tenciono repetir até conseguir acabar o aquecimento sem arfar como desta vez.
Uma constatação importante é que após 3 meses sem desporto nenhum e 6 em nivel fraquinho, eu e ele continuamos a ter algo em comum
Estive a passar os olhos no blog da Feiticeira e reparo-me com este post que me deixou a pensar nos "ses" da minha vida pessoal e da relação à distância em que me fui envolvendo por muito que dissesse que não, que era tudo muito claro. Não era. Foi profunda e intensa e deliciosa e complicada. E doeu.
Se tudo é muito claro para nós quando as pessoas à volta veem turvo é porque algo não está a funcionar. Um, outro, ou ambos podem ver as coisas como querem/desejariam que fossem até ao dia em que se deparam com 1 realidade diferente, por muito que seja o amor e carinho a entre esses 2. Ou outros quaisquer.
Estive nessa corda bamba, entre assumir só para o M. (e vice-versa) e amigos mais próximos, e manter a tal "liberdade" que nos unia também, intocável para o resto do mundo. Para nós também. Medos de dar mais do que o outro lado e desiquilibrar a balança que assentava numa mola...
Só que as circunstâncias mudam ao longo do tempo e nem sempre os personagens principais acompanham... e criam-se espaços vazios (de nós) ou cheios (de expectativas), e sofrimentos que redundam em desilusões várias. Quando achamos que nós crescemos mais do que a outra parte e, o nosso esforço não é compensado, nem apreciado, nem nada... tendemos a ir abaixo. Ou culpar o(a) outro(a). Se calhar são só crescimentos divergentes.... É isso com que lido agora, com a certeza que só o melhor pode acontecer :)
Tenho andado inspirada a postar aqui nos últimos dias, criei rubricas com variados temas. Ocorre-me que não sei até que ponto elas terão continuidade, mas estou curiosa para saber as que vão durar mais. Para já tudo me pareceu oportuno... é bem :)
Cheguei a casa as 22h. Dado ter dormido 9 felizes horas na noite anterior só fui trabalhar ao meio dia e tinha de compensar.
Cheguei, brinquei com o gato, dei de comer ao gato, fiz 1 sumo de vegetais e 1 salada, liguei à famelga (2x), lavei a louça enquanto falava, lavei os dentes, usei elixir e fio dental, besuntei-me com diferentes cremes para diferentes zonas, trabalhei bícepes e trícepes com pesos, esqueci-me de alongar e só me lembrei agora... demasiado tarde, estou em processo de aquecimento na caminha fofinha e vou para braços de Morfeu, esse Deus grego que me devia levar a dar 1 passeio todas as noites à mesma hora :o)
I am a man who walks alone
And when I'm walking a dark road
At night, or strolling through the park
When the light begins to change
I sometimes feel a little strange
A little anxious when it's dark.
Fear of the dark,fear of the dark
I have constant fear that something's always near
Fear of the dark,fear of the dark
I have a phobia that someone's always there
Have you run your fingers down the wall
And have you felt your neck skin crawl
When you're searching for the light ?
Sometimes when you're scared to take a look
At the corner of the room
You've sensed that something's watching you.
Fear of the dark,fear of the dark
I have constant fear that something's always near
Fear of the dark,fear of the dark
I have a phobia that someone's always there
Have you ever been alone at night
Thought you heard footsteps behind
And turned around, and no-one's there ?
And as you quicken up your pace
You find it hard to look again
Because you're sure there's someone there
Fear of the dark,fear of the dark
I have constant fear that something's always near
Fear of the dark,fear of the dark
I have a phobia that someone's always there
Watching horror films the night before
Debating witches and folklore
The unknown troubles on your mind
Maybe your mind is playing tricks
You sense, and suddenly eyes fix
On dancing shadows from behind.
Fear of the dark, fear of the dark
I have a constant fear that something's always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's always there.
When I'm walking a dark road
I am a man who walks alone
Dear Insomnia, my evening can be summarized in the following:
- delicious chocolate-vanilla bad (lots of foam); light massage; fresh veggies & fruit juice, a novel and relaxing herbal tea. As you were not part of the list, I wish we do not meet again. It's not you, it's me. Have a good life. All the best, Pusinko
Posto isto, não tenho muito a dizer além do facto de ser urgente eu contrariar o ritmo estúpido em que vivo. Em cerca de 3 semanas, dormi 9h uma noite depois de uma festa e uns copos; 6h uma noite porque tinha chegado de Portugal e o avião moeu-me toda; restantes dias, uma média de 3h por noite, variando entre 2 ou 4h. Estas "horas de descanso" só eram observadas (ou dormidas) a partir das 5 da manhã. Phoda-se
Uma pessoa deveras especial veio colar pedacinhos de coração e disse que escutasse com atenção isto aqui.
A esse amigo, um obrigado do tamanho da nossa amizade. Por verificar se, às vezes, vou mesmo dormir à hora que prometi ir, esperar que eu desligue o mundo virtual e possa, então, descansar o suficiente. Porque há pessoas muito belas neste mundo e eu tenho migos maravilhosos e sou feliz por isso. Os meus migos são os maiores!
Paul Leonard Newman (January 26, 1925 – September 26, 2008) was an American actor, film director, entrepreneur, humanitarian, and auto racing enthusiast. He won numerous awards, including an Academy Award for best actor for his performance in the 1986 Martin Scorsese film The Color of Money and eight other nominations, three Golden Globe Awards, a BAFTA Award, a Scrren Actors Guild Award, a Cannes Film Festival Award, an Emmy award, and many honorary awards. He also won several national championships as a driver in Sports Car Club of america road racing, and his race teams won several championships in open wheel IndyCar racing.
Newman was a co-founder of Newmn's Own, a food company from which Newman donated all post-tax profits and royalties to charity. As of August 2010, these donations had exceeded $300 million. in Wikipedia
Em conversa com uma amiga veio à baila um senhor chamado Sean Connery.
Já tinha visto isto e esse foi, para mim, o dia em que este indivíduo perdeu muito encanto. Ah e tal... aquele sotaque... phoda-se que o gajo desde esse dia só me irrita. Há opiniões que marcam a personalidade de alguém. Nem sempre é bom mudar de ideias. Mas, outras vezes, a mudança é a melhor prova de evolução da pessoa. Este tem a mania que tem de dar a última palavra. Que os homens em geral devem ter a última palavra. Nem que para isso seja necessário dar 1 bofetada à mulher. De mão aberta, claro, que aqui ninguém é bruto. Phoda-se outra vez.
Mais informo que há 1 distinto senhor escocês, com muita pinta, charme, versado em variadíssimos temas, ligeiramente mais novo que o Sean e combina isso com tango... Melhor substituto impossível pelas razões mencionadas. E, claro, aquele sotaque...... podemos falar de cérebros esborrachados num acidente ou do Oratório de Natal de Bach... o meu deleite é o mesmo. É um bom negócio, quanto a mim.
Um amigão (dos antigos que só não se perde nos anos porque ainda se vão fazendo algumas operações básicas de matemática) enviou-me um miminho daqui. E foi bom.
de alguém que tenciono seguir de perto, com a devida distância de segurança, mas que não me convenceu. Ah e tal, mas os blogs são livres e cada um faz o que quer. Pois claro, e eu sou a primeira a concordar. Mas, neste caso, "valores mais altos de alevantam" Os maiores valores.
Portanto, até ver, apetece-me expressar deste modo: UT@ QUE ARIU a plenos pulmões. On probation. FYI
Eu tenho conhecimento de 1 palavra no dicionário que explica isto direitinho, mas prefiro agir assim.
Vi no blog da Bad e a achei por bem partilhar. Duas razões 1) Nao reparei que o Sean Penn não tinha ido aos Globos porque faz o que mais nenhum outro se atreveu e, 2) também não gosto de falar de vestidos de festas e assim fica o evento marcado da melhor maneira.
Um amigo "postou" o link com a notícia da filha da família Abreu Djaló. A versão integral aparece no site oficial da Luciana Abreu. Aqui, a comissão organizadora pretende partilhar excertos desse comunicado, relembrando que o original é da responsabilidade de Lucy e Djaló. Mais se informa que tal acto se deve a pura vontade de descascar em alguém o humor fdp que assola todo o departamento de autores deste blog no dia de hoje.
E reza assim:
Abre aspas:
(...) "A nossa princesa quis fazer-nos uma surpresa no dia da Nossa Senhora de Fátima, dia em que também casamos, dia 13 :-) :-) :-) :-) .-) Lucinha, ninguém quer saber disso e o dia 13 só é fixe se calhar à sexta (sim, gosto de sextas-feiras 13, e de quartas-ferias 17, em meses de número primo). (...) com o nome de LYONCE VIIKTÓRYA. Explicação (lógica se não houver outra...) Lyonce da fusão de Luciana e Yannick (Dahhhhh) e Viiktórya pelo nosso amor ter triunfado e ter vencido todos os obstáculos e má língua de tanta gente (é dar-lhes um atesto), principalmente daqueles que até hoje só apareceram na nossa sombra, graças à nossa luz e por sermos figuras públicas tão mediáticas. Tá bem, tá, filha
Deus é grande e justo. (agree, não vá o diabo tecê-las)
(bla bla)
Toda a equipa que (bla bla) estadia 10*. (...) momentos inesquecíveis que vão ficar marcados e registados para o resto das nossas vidas.
Um muito obrigada. (seria um por cada estrela, no mínimo, ou por trás...vide G.F.)
(...) à nossa fada dos bebés, a Dra. Maria João Garcia :-) :-) :-) :-) :-) Ai, bou rezár às minhas fadainhas... e num é que as há?
É simplesmente a melhor médica do mundo. Humilde, dedicada, amiga, verdadeira, honesta, trabalhadora e que ainda traz ao mundo com todo o amor, todos estes bebés, abençoados pelas suas mãos. Que a nossa Senhora de Fátima a abençoe também... e não seja ela a dar bençãos a todo o bebé parido, que diabo. (Bla)
A Dra. tirou a cabecinha da Lyonce Viiktórya e o Yannick tirou o corpinho dela do meu ventre e ambos a puseram em cima de mim :-) :-) :-) :-) :-)
Temos tudo registado com fotografias e vamos poder um dia partilhar com vocês ;-) NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOO. Quéta! Guarda no álbum de família e não partilha online, prá gente não ficar no estado em que ficou quando a Clara Pinto Correia publicou fotos a vir-se
(...) É perfeitinha e cheia de saúde. É o que se quer. (...)e será para sempre o meu reflexo. Ou isso
Yannick: Foi tudo tão mágico e perfeito que até hoje não tenho palavras para descrever tudo o que senti. Então não descrevas. Desde que seja rápido e a criança não se entale na saida, é perfeito, a meu ver. Foi a surpresa mais linda que me podiam ter proporcionado. Surpresa surpresa... é sair a fava no bolo-rei. Agora 9 meses a ver a pança a inchar... quando faz puff, não há muito de novo.
(...) Eu quase não queria acreditar e fiquei tão feliz que nem cabia em mim. Quando chegou o verdadeiro momento estava tão nervoso como nunca estive. Nem sabia como havia de estar. LOL... Eu também não, nunca vi nenhum e faz-me cenas estranhas no estômago pensar em vagecas dilatadas com 1 cabeçorra (em proporção é cabeçorra sim senhor) a saltar pra fora, sorry.
Mais uma vez obrigada por todo o carinho. Nada! Mande sempre! A gente tá cá é pra isso. Acarinhar.
Fiquem com Deus. Se chegar pra todos, pois claro que ficamos, mas que Ele nunca vos desampare.
Beijinhos da família Abreu Djaló." Fechar aspas e fim de citação. Beijinhos da Comissão Organizadora do Pusinko.
Pronto, hoje estou assim e apeteceu-me cruxificar pessoas que nunca me fizeram mal nenhum porque nem nos conhecemos, nem eu estava em Portugal na alturas das Floribellas nem sou do Sporting, a modos que isto foi pura maldade(zinha). Mas desejo-lhes toda a felicidade do mundo.
pessoas que, em qualquer género de chat, depois de nos despedirmos com abraços, beijinhos, apertos de mão virtuais ou o camandro a 4 que for mais indicado, precisam de mais 20 linhas extras de "*s, jinhos, então fica bem, dorme bem, ahhh e bom trabalho, olha (diz) amanhã estás online?, não esqueças que fico a torcer por ti" activando mil apitos e sinais sonoros na janela de conversação que já tinha sido desligada. É nesse momento que me apetecia ter 1 giz e 1 lousa para lhes riscar ao pé do ouvido.
Pronto, era isso. aconteceu-me agorinha mesmo. Alguém de quem gosto e a quem queria bater (muito também). Por condicionantes várias, optei por escrever.
Dark red, velvet-touch roses are my favorite. The most beautiful ones were Pieter's present. In return I gave him a single blue rose. P. has always been a good friend, a gentleman, a handsome man with a beautiful smile. And great taste :)
Há coisa de 3 meses reparei que, na minha vida (a qual não vai assim tãaaaaaao longa) já partilhei casa com um montão de pessoas. Feitas bem as contas,entre 3 semanas e 1,5 anos foram 24 (que me lembre) os escolhidos por um demónio paralítico para conviverem comigo mais do que o resto da malta que tem de me aturar fora de casa. Seria caso para dizer "o Jesus castiga" (não, não é o Jorge, esse é anda a ser crucificado castigado pelo Vilas-Boas :o) O certo é que decidi dedicar algum tempo a procurar no meu hipocampo o que ficou de cada uma dessas pessoas e de que modo as vejo passado tanto tempo... ou nem por isso.
Por respeito a alguns visados nos próximos capítulos, a escrita deve sair em inglês, a não ser que eu me canse, já que o blog é para eu fazer o gosto às teclas na bela da língua materna que tem sido tão discriminada nos últimos tempos (por mim, então)...
Cada um vai ser apresentado por ordem cronológica e agrupados por apartamentos em que vivi.
Além da inicial, há uma alcunha mais ou menos glamorosa para cada um. E detalhes mais ou menos sórdidos, dependendo de quem tiver a rifa num dia de humor azedinho.
Hoje estou numa de crime, sedução e mistério. Daí os espiões da história para relembrar.
E porque gosto de dança do ventre (sendo que também a pratico com muito gosto) esta é a minha espia favorita. Seja porque tem um nome espetacular ou porque o meu avô me contava histórias da I Guerra em que ela entrava.
Ela é Mata Hari, uma mulher
de fogo, a preto e vermelho
O texto foi encontrado algures na web: Mata Hari was the stage-name for Dutch-born Margaretha Geertruida (Grietje) Zelle who was an exotic dancer and high class prostitute in Paris. In 1905, after divorcing her husband, she began her career as an exotic dancer, taking the name Mata Hari (meaning “sun” or “Eye of the Dawn”). She posed herself as a princess from Java. Posing as an exotic person was possible in those days because the lack of telecommunications. During this period of her life she was often photographed in scant clothing or nude.
She mixed with the upper class and became a courtesan to many important high-ranking military men and politicians. This put her in a very good position to gather information. During World War 1, the Netherlands remained a neutral nation, enabling Mata Hari, a Dutch national, to cross national borders freely. At one point she was interviewed by British Intelligence and she admittedly to being a spy for the French. The French later denied this. It is still unknown whether this was true.
In January, 1917, the German Military Attache in Madrid sent an encoded radio signal to Berlin, stating that they were receiving excellent information from a German spy codenamed H-21. French intelligence intercepted the messages and were able to identify H-21 as Mata Hari. On February 13, 1917, Mata Hari was arrested in her Paris hotel room. She was subsequently tried for espionage and found guilty. She was executed by Firing Squad on the 15th of September, 1917 at the age of 41.
Começo por ele e não outro numa viagem à minha adolescência viciada em artes marciais, filmes de acção e desabrochar uma nova fase em que a testosterona alheia tem mais impacto e circulava à volta deste indivíduo e não outro qualquer senhor musculado na sua época aurea.
Tem agora 50 anos... ainda assim eu trocava muita coisa boa para o conhecer. O olhar dele, vi-o numa paixoneta de Verão e talvez por iss não esqueça, não sei. Mas gosto e por isso é ele que abre a rubrica.
Cá está, esticadinho
Praticou Karate Shotokan, Kickboxing, Muay Thai e Taekwondo. Fez 5 anos de Ballet e considera que qualquer um que supere um treino/sessão de ballet, aguenta qualquer desporto. Tem 1 olhar que me mata entre outros detalhes que me agradam e bem. :) Além dos abdominais comme il faut. Tudo isso e 1 flexibilidade a roçar a minha.
Esta secção é para me regalar a vista. Sejam inteligentes (brain is a turn on), charmosos, atléticos (sim que nesta casa é-se fã de pack de 6 pra cima), clássicos imortalizados, giros ou bonitos (distinção pessoal :), realmente bons artistas, com pinta (um gajo com pinta... nhami), todo e qualquer representante de Apolo ou Eros na Terra e me agrade será aqui homenageado. Certo, também é 1 maneira de os ter todos ao pé se me apetecer visionar em modo catálogo. Eventualmente posso partilhar pedacinhos de Apolos e Eros que me são especiais nesta vida, mas a ver vamos...
A tendência de achar que se ofende alguém chamando gay, paneleiro, bicha, tricha e por aí adiante numa lista de adjectivos mais ou menos desprestigiantes. Lê-se em cada canto da web sobre tudo o que mexe (especialmente homens). Gosto de acompanhar os resumos da bola (aka futebol, não o jornal desportivo). Leio a secção desportiva e sempre que se fala do Cristiano Ronaldo (ele há mais, mas o Cris é 1 amor-ódio de estimação de muita gente), seja porque a selecção perdeu 1 jogo e viemos (com eles) para casa, seja porque fez 1 hat-trick, ou gastou meio PIB do Tadjiquistão em champagne para matar a sede a 3 meninas de seios fartos, o insulto principal sai da boca de verdadeiros machos (e badochas aposto), o inominável, o terrível:"paneleiro". Pah deixem o moço jogar à bola e papar...
E depois há todo este rebuliço gerado em torno do homícido em NY de 1 cronista da praça de alguns (que "nossa" não é propriamente, minha não era muito, mas adiante) por, alegadamente, um aspirante a modelo de uma terriola no nosso canteiro. As opiniões variam entre: ainda bem que se arrumam 2 de uma vez; não se perde nada; um pedofilo morto como deviam ser todos, morressem todos; um assanhado que seduziu um miudo... sempre no registo de justificar o acto ou dar apoio a 1 dos lados, porque não se pode ficar a ver a justiça actuar sem colaborar com um precioso bitaite, normalmente debitado com perdigotos de entusiasmo.
Nunca percebi esta vontade de mandar postas de robalo sobre os motivos que levam pessoa x a fazer algo a pessoa y. Quando não se conhece os intervenientes, nem pouco mais ao menos, com que direito se julga as atitudes dos outros? Pah, metam-se nas vossas vidas, que se alguém fizer um comentário a vosso respeito inflamam as guelras e começam a chiar "Mas quem fulano pensa que é para falar de mim?" Ora, pensa que é o maior da aldeia, obviamente. Tal como vossas senhorias se acham capazes de espirrar comentários imbecis pra quem tiver o azar de ler sem contar. É como ir a passear na boa e pisar algo parecido com húmus (vide Gato Fedorento (aqui)... não evito um :o)
Foi 1 ano intenso de busca. Por mim, por quem sou, pelo que quero, por quem quero, como quero. Divaguei. Sinto que deixei o tempo passar-me pelos dedos e eu, olhei enquanto ele se ia, sem evitar que caisse.
Recomecei a escrever, a criar e a moldar. Prosa, poesia (após muitos anos sem pegar numa caneta para esse efeito)... M. foi o ponto de partida para outros temas... com palavras novas, mais crescidas dando os nomes certos sem que ferisse os olhos ao ler, os ouvidos ao ouvir e os dedos ao escrever. Que não se retraissem palavras tão difíceis até aqui.
Então noto que cresci. Que sou mais fiel à essência de mulher. Livre. Então 2010 foi 1 ano de mudança para melhor, como todas as mudanças o são, mesmo quando não o parecem. Cada coisa é certa e faz sentido em alguma esfera que não é a nossa, ainda.
Enfrentei o medo da recusa e falei com M., de quem tanto gosto. Usei palavras sentidas, sem receio de parecer ridícula mas, desfiando livremente, sem eufemismos nem metáforas, o que quero para mim. Sem cobrar, sem pedir, sem, no entando, deixar de ser objectiva.
Permiti-me estar cara-a-cara com o que sinto e renovar uma relação cuja direcção estava difusa. A minha relação com M. não acabou, mas foi renovada, redefinida. É-me difícil pensar em tudo o que se passou após ter tido esta conversa. Saber que a sua cabeça tem um outro destino para devaneios e, acima de tudo que, aparentemente, se esvaziou em relaçao a mim. Isto enquanto eu defini sentimentos numa direcção oposta. Mesmo estando consciente disto há tempos, nunca é fácil escutar em discurso directo um diálogo já existente na nossa cabeça. E é preciso ser forte para assumir e aceitar que as mudanças necessárias ocorram.
É uma libertação, uma alteração a um caminho que ficou em obras. Se é o fm de uma via e outro caminho asfaltado pela experiência e mais seguro se estende onde este se dilui ou se apenas está em obras para reabrir com novo piso... não sei. Mas seja qual for o tamanho do troço em obras, estou disposta a seguir, não estagnar.
O que agora quero é M., pensamento imediato. Se permitir que o impulso de tal resposta passe, digo que o que realmente quero é um novo nível de relação pessoal, com segurança e assumir o desenvolvimento natural de uma ligação deste nível, alguém confiante e confortavel a esse e outros níveis. Dure o que durar, com a perspectiva de realização, maduro, sem cobranças. (não gosto de cobranças). Aquilo a que se chama compincha :)
Apesar de tudo, esta nova realidade ainda me custa, pois está tudo muito fresco. O tempo é o melhor conselheiro. O tempo e a entrega ao Universo, sabendo que só o melhor pode acontecer é a melhor estratégia para minorar o despercício de tempo precioso com questões passadas.
O relógio está sempre certo, nós é que, por vezes, trocamos os ponteiros.
Estou em retiro para digerir as mudanças que o novo ano arrastou, ou que se arrastaram até ao novo ano... e as que ficaram mesmo à rasquinha da viragem para 2011.
Com o fim do ano começou 1 nova etapa de construção partilhada para a pessoa mais importante da minha vida. Com o início do ano também eu entrei numa nova etapa, em que outra pessoa muito importante na minha vida definiu novas direcções para si próprio, sendo que me envolvem directamente. Um novo rumo, um novo presente e, claro, um novo ano.
Gosto de anos novos. Quer isto de dizer que o princípio de Janeiro me faz feliz mesmo que a neve seja de 30cm. :D Gosto de planear. E gosto de cumprir. E às vezes custa tanto cumprir o que prometemos a nós próprios e mais ninguém! Deve ser por não termos desculpas esfarrapadas...
Uma coisa é certa e auspiciosa: 2011 vestiu-se de vermelho para complementar as unhas, argolas e lábios que já tinham aderido. Se é a cor da estação? Nao faço a mínima. Sei que é a cor da minha estação. Em todas as estações. E andava como que oculta por outras cores menos minhas.
Voltei à adolescência nos últimos 2 dias e, esta música estava lá, parte de novelas de fundo na t.v. enquanto se esperava pelos "Xfiles"... foi 1 boa viagem mas já estou de volta à minha idade. A música está aqui
Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte...
Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema..
Sexo é imaginação
Fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia...
O amor nos torna
Patéticos
Sexo é uma selva
De epiléticos...
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Oh! Oh! Uh!
Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem...
Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...
Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...
Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Oh! Oh! Oh!
Amor é isso
Sexo é aquilo
E coisa e tal!
E tal e coisa!
Uh! Uh! Uh!
Ai o amor!
Hum! O sexo!