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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Dos limites do humor
Normalmente
digo que os limites do humor não devem existir.
Sogras,
binómio homem-mulher, feios, gordos, carecas, gays, politicos, aleijados, acidentes,
doenças mentais, sexo, raças ou religião (entre tantos outros), são temas passíveis de se tornarem piada dependendo do talento do autor. Todos rimos de umas coisas e
nos doemos de outras. Abordagens humorísticas sobre o que nos afecta profundamente (ou aos nossos) é sentido de outro modo. No entanto, é importante notar que há temas
que devem (deviam?) ser abordados com cautela e sim, um humorista pode e deve pedir desculpa
ou explicar-de quando algo que diz é demasiado grave. E onde está a
linha que separa o (mau) gosto do demasiado grave? Não sei bem dizer, mas
posso dar um exemplo de um humorista que passou
para o outro lado da força: Rafinha Bastos.
Não sigo a carreira da pessoa em questão. (Salvo na fase d'Os Barbichas, pouco ou nada vi dele. O humor brasileiro tem outros artistas que, podendo ser tão corrosivos, fazem-no com outra elegância). Fui repescar este escândalo de 2011 por achar que esta piada num país onde, nesse ano, foram reportados à polícia mais de 12.000 casos de violação, número que se estima ser 10% dos casos totais; num país onde em 10 anos foram assassinadas quase 50.000 mulheres (aqui); num país que anda há semanas envolto em enorme polémica por comentários de teor sexual explícito sobre adolescentes entre os 12-14 anos que participaram num inócuo programa de televisão - denota brutal falta de sensibilidade (entre outras coisas que prefiro não mencionar). E talvez seja só isso. Não é o limite do humor que é ultrapassado, pois talvez esteja bem assim, sem limites sem sentido. Apenas no contexto social, tenha sido um pé no charco. Ou dois, por não ter mais.
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observações em tons de abrunho
domingo, 5 de julho de 2015
O verdadeiro duelo Alemanha - Grécia
Pelos magníficos Monty Python
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015
sexta-feira, 11 de julho de 2014
O papel, a Sanita, a Ciencia e o Ricardo
Sobre ISTO foi preciso um especialista confirmar algo que, anos antes este visionário já havia dito de forma simples e fácil de entender.
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
E porque regressa amanhã....
Fica uma das minhas preferidas até hoje - História da Filosofia em Folclore. Njoy
sábado, 25 de janeiro de 2014
RAP e o efeito Axe francês
Muito bem esgalhado :)
O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente, mas o poder francês, ao que parece, seduz irresistivelmente. A quantidade de altos dignitários franceses que acasalam acima das suas possibilidades não tem paralelo com o que sucede noutros países, e deve dar que pensar a todos os analistas internacionais – e à própria União Europeia. François Hollande, uma espécie de Humpty Dumpty gaulês, está envolvido em casos extra-conjugais quando, havendo justiça, teria dificuldade em entrar no mundo da simples conjugalidade. Todas as senhoras que se deixaram seduzir pelo actual presidente francês jogam na Liga dos Campeões da sensualidade, ao passo que Hollande milita na segunda divisão B da alopécia progressiva, da miopia e do duplo queixo. É um escândalo que Hollande possa disputar uma só partida com qualquer destas senhoras, quanto mais participar num mini-campeonato com todas.
O seu antecessor, Nicolas Sarkozy, já teve três esposas, sendo a última uma das mais famosas modelos dos anos 90. Recordo que Sarkozy difere daqueles gnomos de jardim apenas na medida em que, alegadamente, não é de barro, nem faz xixi para dentro de fontanários.
Sobre a vida sexual de Dominique Strauss-Khan, um lascivo badocha, há obras publicadas. Parece que é muito variada, e inclui tanto senhoras que desejam participar nela como outras que estão lá a contragosto. Mesmo descontando as últimas, aparentemente em grande número, sobra uma quantidade bastante grande de senhoras às quais o rotundo homúnculo consegue agradar.
Sobre a vida sexual de Dominique Strauss-Khan, um lascivo badocha, há obras publicadas. Parece que é muito variada, e inclui tanto senhoras que desejam participar nela como outras que estão lá a contragosto. Mesmo descontando as últimas, aparentemente em grande número, sobra uma quantidade bastante grande de senhoras às quais o rotundo homúnculo consegue agradar.
Deste conjunto de factos é importante retirar conclusões políticas e farmacêuticas. Políticas porque há qualquer coisa na democracia francesa que a eleva acima dos outros regimes. O povo francês, ao que parece, não delega apenas o poder nos seus representantes. Delega também uma capacidade de atracção sexual que os eleitores portugueses, claramente, não transferem para aqueles em quem votam – como podemos confirmar sempre que olhamos para Aníbal Cavaco Silva. Mas há também uma conclusão farmacêutica, a saber: não faz sentido gastar dinheiro em produtos capilares, curas de emagrecimento e cremes para a pele. O caminho para o coração de uma mulher é o poder político francês. Presidir a uma junta de freguesia dos arrabaldes de Marselha produz mais e melhores resultados que uma lipoaspiração. As revistas masculinas podem parar de insistir nas dicas de beleza.
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
From Russia with love 4 times a year
Vladimir Jirinóvsky acha que o coito deve ser praticado 1 vez a cada 3 meses.
Acha que menos é mais e só quando há afecto.
É também o tipo que crê que a poligamia pode resolver a baixa natalidade.
Ora vamos cá esclarecer uma incongruência, Vladi: ou bem que se pratica o coito (com afecto) 4 vezes por ano, ou bem que vamos aumentar a probabilidade de fecundação e aí quanto mais pinar melhor. Ambas e duas não dá.
(E larga essa garrafa de Vodka que boa boa é a polaca.)
Para ler a não acreditar AQUI
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
From Russia with whaaat?
A fixação desta malta com carpetes e vasos sanitários como cenários de fotos de perfil em redes sociais está além do (meu) entendimento. AQUI
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Lenini e Stalone eram comunistas na Rússia
Entre aspas, claro.
E os filmes do Stalin? Sempre à porrada aquele gajo.
“Marcello Caetano foi o Rei que sucedeu ao Rei Salazar”
"Portugal expulsou os espanhóis na Batalha de Lajos Baróti (...) ou também conhecida como Batalha de Alves Barrota”. O que importa é a intencao.
Mais aqui
sábado, 20 de julho de 2013
Tony talks Dirty
Depois de 1 minuto é de engasganço total, mas depois... ^^
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
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