A Imperatriz Sissi (que admiro desde sempre por várias razões) é um dos casos de distúrbios alimentares mais famosos da História (ou não tivesse ela uma cintura de 40cm, mesmo depois de dar 4 príncipes e princesas ao mundo). Assim sendo, se me é proposto um jantar imperial, espero algo à medida do Imperador Franz seu esposo e não da bela senhora. Mas lá está, a popularidade dela justifica o engodo da companhia que explora este nicho de mercado. Só que ninguém poderá queixar quando tiver 2 imperiais ervilhas no prato.
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
Publicidade enganosa
A Imperatriz Sissi (que admiro desde sempre por várias razões) é um dos casos de distúrbios alimentares mais famosos da História (ou não tivesse ela uma cintura de 40cm, mesmo depois de dar 4 príncipes e princesas ao mundo). Assim sendo, se me é proposto um jantar imperial, espero algo à medida do Imperador Franz seu esposo e não da bela senhora. Mas lá está, a popularidade dela justifica o engodo da companhia que explora este nicho de mercado. Só que ninguém poderá queixar quando tiver 2 imperiais ervilhas no prato.
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quarta-feira, 5 de março de 2014
"Art History for Dummies"
"If everyone looks like hobos illuminated only by a dim streetlamp, it's Rembrandt"
"If everyone - including women - looks like Putin, then it's van Eyck"
AQUI
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Números chineses
"O facto de um cunhado do actual Presidente Xi Jinping figurar na
investigação como detentor de uma sociedade offshore é uma má notícia
para o estadista, que tem tentado passar a mensagem de zero tolerância à
corrupção, na luta por uma sociedade com menos desigualdades.
A mesma sociedade onde os 100 mais ricos somam fortuna de mais de 300
mil milhões de dólares – ao passo que cerca de 300 milhões de chineses
(sobre)vivem com menos de 2 dólares por dia."
Há muito, muito tempo, o neto de Guilherme II, rei da Sicília, enamorou-se da bela filha do rei de Tunes, que correspondia aos afectos do valoroso príncipe. Ciente destes amores, o rei de Tunes pediu a Guilherme que garantisse a seguranca da princesa aquando da passagem do barco que a levaria a Granada, onde estava prometida em casamento. Guilherme empenhou a sua palavra e fez Gerbino jurar que nao ousaria desafiar a sua honra. Mas o amor e loucura falaram mais alto. Gerbino atacou o barco para raptar a princesa. Esta é assassinada pela própria escolta, para desgrada dos amantes. O rei de Tunes clama por justica e Guilherme II nao a negou. Preferiu ser um rei justo antes do avô compreensivo, e com o coracao em sangue mandou prender e decapitar Gerbino.
in Decameron
Sr. Xi Jinping, em nao tendo com que se ocupar, há aqui matéria de reflexao sobre isso do bom nome arrastado na lama por familiares que merecem ser castigados. Isto, se o caríssimo nao calhar de ser farinha do mesmo saco.
Continua AQUI
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Pantera
gostando de futebol, não posso deixar de assinalar um dos nomes maiores da sua história, Eusébio.
O homem é para a família e amigos chorarem, a lenda vive em toda a gente.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
A ouvir #60: Meine Lippen, sie küssen so heiß - Franz Lehár (by Anna Netrebko)
A ária mais famosa da comédia musical Giuditta - Franz Lehár* - por Anna Netrebko. Se há vozes melhores? Aqui, é a interpretação que faz a diferença.
O 1o clip tem tradução simultânea mas, o meu preferido está em baixo. Mais espontâneo, flirty e a única vez em que vi 1 cantora atirar os sapatos ao ar (02:20) para dançar à vontade e desmanchar-se a rir depois de se fazer festinhas ao violinista (03:30) antes de retomar a canção e rematar num final grandioso. Gotta love o à vontade de Netrebko.
* Franz Lehár foi 1 compositor austro-húngaro, que escolhia judeus para libretistas das suas obras, em pleno 3o Reich. Não obstante a hostilidade declarada por outros elementos do governo, o senhor do bigodinho gostava da sua música, e até o Goebbels o defendeu publicamente.
Bom fim de semana :)
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
re-re-post ao Dia 10
O dia de Portugal não poderia ser de mais ninguém senão dele. Fica a (repetição) homenagem àquele que nos sonhou maiores e melhores.
Feliz Dia do Zarolho!!!
(Poema de títulos, direitos de autor do conteúdo são do sr. Zarolho e o remix by Pusinko_2011)
Amor é fogo que arde sem se ver
O fogo que na branda cera ardia
Transforma-se o amador na cousa amada
Se tanta pena tenho merecida
Tanto de meu estado me acho incerto
Julga-me a gente toda por perdido
Posto me tem Fortuna em tal estado
Coitado! que em um tempo choro e rio
Busque Amor novas artes, novo engenho
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Amor que o gesto humano na alma escreve
Que me queríeis, perpétuas saudades?
Se as penas com que Amor tão mal me trata
Quem pode ser livre, gentil Senhora
Tomou-me vossa vista soberana
O tempo acaba o ano, o mês e a hora
Alma minha gentil que te partiste
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Enquanto quis Fortuna que tivesse
Eu cantarei de amor tão docemente
Sempre a Razão vencida foi de Amor
O resto desta brincadeira
está guardada, porque usei todos os títulos de sonetos conhecidos de
Camões. Foi um jogo de palavras que me tirou 1h de trabalho, pois que cá
não é feriado...
(Se ele gostasse de morenas, eu tinha casado com ele)
sexta-feira, 22 de março de 2013
Self-portrait
No fundo é isto, não há volta a dar. :o)
In Smithsonian Air and Space Museum, Washington
Brincadeiras fora, estes eram alguns dos requisitos para ser aeromoça na América de outros tempos, entre outros items mais ou menos conservadores, sexistas e/ou racistas. A saber, só em 1957 foi aceite a primeira afro-americana como hospedeira; as cadidatas não podiam ter mais de 26 anos; eram despedidas se casassem e, aos 32 ou 35 anos (dependendo da companhia), reformavam-se ou mudavam de posto.
Algumas destas restricoes foram-se adaptando aos tempos: nos anos 30 uma hospedeira não podia ter mais de 53kg e 1,62m mas, nos anos 60, os tectos eram 61kg e 1,75m. Ainda assim, a maior parte destas regras só foi levantada entre os anos 80 e 90, depois de vários litígios, processos em tribunal e alguns confrontos. Em finais dos anos 60 e inícios dos 70, as hospedeiras viram os seus uniformes, antes charmosos e moldados ao corpo, serem encurtados até menos infinito, o que, a par de slogans como "Hi, I'm Cheryl - Fly Me" (National) ou "We Really Move Our Tails for You" (Continental)", deram o mote à criação de sindicatos e associaçoes de defesa dos direitos destas mulheres numa luta de décadas pelo reconhecimento da profissão. Hoje, tende tudo para maior equilíbrio.
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
When I saw you aka Lamma Shoftak
"Jordan, 1967. Some people follow the masses, others the sun. Tarek, 11, eccentric and unbounded, runs away from home in this search for freedom. A journey of the human spirit that knows no borders."
Este Tarek está com a mãe num campo de refugiados palestiniano, onde esperam que o pai se lhes venha juntar, ou que o perigo acabe e possam voltar para casa. Ao saber que há quem já ali esteja há muitos anos a ansiedade cai sobre ele. É demasiado tempo para um menino com tantos sonhos.
Mahmoud Asfa - o protagonista (Tarek) é ele próprio, um menino palestiniano da 3a geração num campo de refugiados na Jordânia, como o retratado neste filme. Outros mais velhos são filhos desses guerrilheiros em defesa de uma causa que ainda hoje não está resolvida e se atiraram de alma a um projecto inspirado no que viveram os seus próprios pais.
Mahmoud Asfa tem um olhar cheio de promessas, tantas quantas cabem numa criança.
Tão belo :)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Mad Love
Um filme de 2001, retrato interessante da altura em que se começaram a coser retalhos de reinos que dariam origem à Espanha. O filme tem 2 focos: político e amoroso. Talvez uns retoques de vocabulário no script não tivessem feito mal. Vive essencialmente da interpretação (brilhante) de Pilar López de Ayala que encarnou D. Joana I, a Louca (1a rainha de Espanha). Daniele Liotti como D. Filipe, o Belo foi um co-protagonista à altura, mas só sei isso porque vi o filme 2 vezes. (Reconheço que da primeira vez estava distraida a apreciar aquele rosto de cinzel no tom de pele perfeito, emoldurado por cabelos castanhos compridos... e quem diz rosto... oh shame on me).
Impressionaram-me algumas cenas de amor e ciume doentios. Psicose com laivos de esquizofrenia*? A verdade é que a obsessão pelo marido levou-a a descurar todos os outros deveres de rainha (papel para o qual não teria sido educada), acelerando o cruel destino imposto por quem mais a deveria proteger.
* presume-se ter sido a causa da má Fortuna de D. Joana, e provável herança genética da sua avó, Isabel de Portugal. Comportamentos extremos, rumores de loucura e sede de poder de 3os levaram-na ao Convento de Sta. Clara de Tordesilhas, onde permaneceu enclausurada 46 anos até à sua morte, em 1555 (aos 75 anos). Foi rainha de Castela, Aragão e Leão durante esse tempo, embora o poder tivesse sido exercido pelo seu marido (o Belo morreu aos 28 anos), o pai - Fernando II de Aragão e, mais tarde o filho - o Imperador Carlos I (2o rei de Espanha, entre outros cognomes para diferentes regiões do enorme império que chefiou). D. Joana foi mãe de 2 imperadores e 4 rainhas.
Sendo a 3a na linha de sucessão, ninguém poderia imaginar que a sua irmã e o filho desta, assim como o seu irmão e o filho deste morressem antes da mãe D. Isabel I, a Católica, rainha de Castela, deixando D. Joana herdeira de um trono para o qual nunca foi preparada. Naqueles dias, morria-se de tanta coisa e tão fcilmente que todos os príncipes e princesas deveriam ter uma educação esmerada como potenciais governantes.Talvez a história tivesse sido diferente e ela soubesse defender-se melhor.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Don Giovanni, Última Ceia e gajas nuas
Foi isto.
D. Giovanni interpretada de maneira pouco convencional.
Duvido que no tempo do Mozart alguma apresentação desta ópera incluísse D. Giovanni a partir o pão e o vinho a 12 convivas...
A coreografia foi soberba! Algo futurista/alternativa para o que eu tinha em mente mas, verdade seja dita, ninguém ficou indiferente ao arrojo.
Ahhh e gajas nuas?
Lá está... não se fica indiferente a uma mulher alta e esguia que surge de tanga numa ponta do palco e atravessa lentamente até ao outro lado. Duas vezes. Nem a várias outras em trajes reduzidos e apelativos à imaginação dos cavalheiros presentes. (Para gáudio das damas, havia 2 dúzias de bailarinos fantásticos :)
PS: Este blog não publica fotos de mulheres desnudas (nem homens), mas os curiosos podem carregar aqui e ter uma ideia do "futurismo"
PS: Este foi o ponto alto de uma semana muito cinzenta. E não é culpa do Pedro (nem do santo nem do Passos). A semana ainda não acabou, mas as nuvens só devem dissipar lá para 3a feira..
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Happy World Toilet Day everyone!
Sim, o Dia Mundial da Casa de Banho é hoje (efeméride com reconhecimento da ONU). E, apesar da abordagem brincalhona, é um assunto sério, mesmo incluindo pupu no seu conceito.
Ó clicai.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Viena, Klimt e flocos de neve
Fui e gostei muito. Viena é muito mais bela do que eu lembrava (2 dias em 2007, entre festas e mau tempo não deixou grandes memórias). Desta vez, deu para tudo: (re)encontros, conversas, jantares, copos, passeios, arquitectura, primeira neve do ano, concerto de Tame Impala e o Belvedere.
Se o palácio por si só é lindo, com as obras que guarda é ainda mais belo. No Belvedere, está Klimt (entre outros, alguns maravilhosos e quase desconhecidos).
Portrait of Marie Breunig (1894)
Não há foto de reproduza o encanto deste vestido,
pele e detalhes do Klimt realista. Há outros, mas colei neste, pronto.
Water Snakes II (1907)
(Está aqui porque é um poster de estimação cá em casa)
The Kiss (1907-1908) Sobejamente conhecido, só ontem,
frente a frente, percebi porque é tão apreciado.
Não sendo a minha onda, confesso que fiquei deliciada ao vê-lo.
Virão valsas, Strauss, Mozart, vestidos de noite e sapatos de Cinderela. Não será a última vez em Viena. Nem a última que falo desta viagem. Do outro lado desta viagem.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
A ouvir # 47 : The Moor's Revenge - Henry Purcell
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domingo, 5 de agosto de 2012
Mulheres que... sim senhor: Norma Jeane
Eu sei que dou ares de ter esquecido várias etiquetas deste blog. Pois retomo-as. E começo por esta, dedicada a um mulherão, no dia em que passam 50 anos da sua morte.
Norma Jean Baker Mortenson nasceu em 1926, cresceu entre orfanatos e casou aos 16 anos (o 1o de 3). Começou no cinema em mil nove quatro seis e desde então criou um mito que sucedeu (e superou) Jean Harlow (a bomba dos anos 30). Norma Jeane passou a Marylin (de Marylin Miller) Monroe (apelido de solteira da mãe) e ascendeu a deusa de Hollywood
Uma morena muito sexy num mundo que queria uma loira platinada.
E ela foi a melhor de todas. A mais sedutora.
Talvez a mais sózinha num mundo que a idolatrava.
Talvez lhe faltasse algo. Ou alguém que visse a Norma por baixo da Marylin.
Foi encontrada sem vida na própria casa. Há versões oficiais e teorias da conspiração, ficheiros que não aparecem em lado nenhum, e suspeitas quanto à causa de morte. Diz que foram comprimidos a mais. Tinha 36 anos. É uma espécie de mistério de Camarate com lantejoulas. Parece que não convém resolver...
domingo, 10 de junho de 2012
Repost porque não sei fazer melhor (nem me qpetece, que já é tarde)
Podia ficar quieta, mas nutro carinho por esta brincadeira do ano passado, a modos que reposto (o 4o dos 3 Rs)... nunca passo este dia em branco.
Mix caseiro de títulos/versos avulsos do livro de sonetos do Senhor deste dia. No dia do país deste Senhor.Amor é fogo que arde sem se ver
O fogo que na branda cera ardia
Transforma-se o amador na cousa amada
Se tanta pena tenho merecida
Tanto de meu estado me acho incerto
Julga-me a gente toda por perdido
Posto me tem Fortuna em tal estado
Coitado! que em um tempo choro e rio
Busque Amor novas artes, novo engenho
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Amor que o gesto human na alma escreve
Que me queríeis, perpétuas saudades?
Se as penas com que Amor tão mal me trata
Quem pode ser livre, gentil Senhora
Tomou-me vossa vista soberana
O tempo acaba o ano, o mês e a hora
Alma minha gentil que te partiste
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Enquanto quis Fortuna que tivesse
Eu cantarei de amor tão docemente
Sempre a Razão vencida foi de Amor
(Beijinho bom nessas bochechinhas quinhentistas)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
"May the fourth be with you" *
and be with the Iron Lady.
O Governo de Thatcher começou a 4 de Maio de 1979.
Nota pessoal sobre o filme The Iron Lady:
Uma lady interpretada brilhantemente por outra, Meryl Streep num filme duvidoso. Eu tinha 7 anos quando a Thatcher deixou funções, não acompanhei in loco, mas sei que ela é um marco a vários níveis (e exemplo em alguns aspectos).
Fui ver um filme que retrata a de-cad/m-ência da Dama de Ferro, quando esperava mais ênfase no Ferro desta Dama. A demência existe. Mas o empenho na doença foi tal, que retirou brilho ao que teria sido um filme magistral. E faz o público sentir-se um bocado idiota (pelo menos, o público com quem fui).
* o título foi de um tweet no Sapo.
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Fátima era ilusão de óptica? Ou era ilusão de óptica?
Atentai no que o António Branco postou sobre a "Fátima SA".
A opinião de um senhor do clero (padre Mário de Oliveira), que põe em dúvida a veracidade dos milagres que tanto dinheirinho dão à Igreja. E já que estamos em Maio...Aqui
sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Post d'opinião: Arte
Autorizadíssimo pela moça do Folhas de Chá, CAT de seu nome, uma reflexão sobre prioridades, e essa coisa da arte (ultra) moderna pisar a História. Um post bem esgalhado que faz sorrir e pensar. AQUI
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