sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Berlin by me #8


Fernsehturm (Torre da televisão) - ex libris de Berlin Oriental concluida em 1969.
Tem uma versão à escala na chocolataria melhor do mundo (esta).
Dá jeito para uma pessoa se orientar porque se vê de muito longe e de ângulos inesperados.
Tem outro impacto quando não está para se abater uma tempestade mas eu gosto do cinzento desta foto.





quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Vai um copo de leite cheio de cálcio para ossos fortes? Vai ter de ser.



AQUI

Cinco minutos que tiram todas as dúvidas (excepto para o ainda Presidente que raramente era acossado por elas).

Desafio qualquer um a ver e contar o que achou.






terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Porque Berlin é minha e tua, David


Para quem quiser ver onde, como e quando Berlin foi casa de Bowie, como é minha e de tantos mais, anónimos ou não. AQUI

Ao músico e actor, carismático e belo que vive além dos anos: boa viagem Major.


 Com décadas de diferença,  o SO36 é o nightclub que mais gosto, 
exactamente por ser muito mais que isso


Estilo

Dois dos maiores... a capella




quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Not May the 4th but...


May the Force be with us! No snooze button! :D




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

sábado, 12 de dezembro de 2015

Coca sem glúten




Por hoje é isto.
Adeus. Bom dia.





quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Ah e tal... ela diz que é óperas e metal mas, e o António Zambujo num bar de jazz ao pé de ti?


Bem, o António Zambujo num concerto tão intimista quanto impossível em Portugal, foi maravilhoso. É isto.

Momentos deliciosos cheios de sorrisos e brincadeiras pelo meio. Pela 1a vez em Berlin e com uma sorte do caneco, fiquei a 2000 milímetros dos músicos, mais coisa menos coisa :)
Espero, no entanto, que o Luís Guerreiro não se tenha assustado com o olhar levemente alucinado deveras curioso desta que vos tecla. Nunca tinha estado tão perto de uma guitarra portuguesa! Obrigada por este serão encantador.

E um beijinho à Margarida por se ter lembrado da Manquinha (alcunha que, espero, deixe de fazer sentido em breve. S. Abegildo me ouça! Amén-doim)


Sem zoom :)










domingo, 6 de dezembro de 2015

Um polvo de coisas sobre mim #11 (especial famelga)



1 - Uns avós separaram-se após 49 anos e 3 /4 de casamento. A avó decidiu viajar e levou a neta a tiracolo. Foi a minha primeira viagem de avião.

2 - No 1o abraço que dei ao meu primo depois dele perder o irmão, achei que era ele que o abraçava e não eu. 

3 - O meu tio e a minha tia, divorciados há muitos anos, continuam a celebrar as datas importantes juntos "por causa dos rapazes". Os "rapazes" tinham ambos mais de 30 anos quando ouvi isto.

4 - Essa tia é mais minha do que uns que não vieram por papel, como ela. (É tão fofinha).

5 - A minha madrinha é autora de algumas das mais ternas memórias de criança.

6 - O padre que casou os meus pais é, hoje em dia, também ele, pai e marido feliz.

7 - O meu irmão deu-me uma irmã. A vida dá voltas muito boas :o)



 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Dos limites do humor




Normalmente digo que os limites do humor não devem existir. 
Sogras, binómio homem-mulher, feios, gordos, carecas, gays, politicos, aleijados, acidentes, doenças mentais, sexo, raças ou religião (entre tantos outros), são temas passíveis de se tornarem piada dependendo do talento do autor. Todos rimos de umas coisas e nos doemos de outras. Abordagens humorísticas sobre o que nos afecta profundamente (ou aos nossos) é  sentido de outro modo. No entanto, é importante notar que há temas que devem (deviam?) ser abordados com cautela e sim, um humorista pode e deve pedir desculpa ou explicar-de quando algo que diz é demasiado grave. E onde está a linha que separa o (mau) gosto do demasiado grave? Não sei bem dizer, mas posso dar um exemplo de um humorista que passou para o outro lado da força: Rafinha Bastos.


Não sigo a carreira da pessoa em questão. (Salvo na fase d'Os Barbichas, pouco ou nada vi dele. O humor brasileiro tem outros artistas que, podendo ser tão corrosivos, fazem-no com outra elegância). Fui repescar este escândalo de 2011 por achar que esta piada num país onde, nesse ano, foram reportados à polícia mais de 12.000 casos de violação, número que se estima ser 10% dos casos totais; num país onde em 10 anos foram assassinadas quase 50.000 mulheres (aqui); num país que anda há semanas envolto em enorme polémica por comentários de teor sexual explícito sobre adolescentes entre os 12-14 anos que participaram num inócuo programa de televisão - denota brutal falta de sensibilidade (entre outras coisas que prefiro não mencionar). E talvez seja só isso. Não é o limite do humor que é ultrapassado, pois talvez esteja bem assim, sem limites sem sentido. Apenas no contexto social, tenha sido um pé no charco. Ou dois, por não ter mais. 


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Oração dos Infiéis aflitos contra a tortura de Eros


Ao cuidado dos senhores do restaurante com grelhados bons num menu parvamente particularmente variado:  


Caríssimos,   
  

Pois que vos visito há algum tempo. Conheço-vos os pratos certos, escolho esses e não outros. Até bebi lambrusco (que não é o meu vinho preferido)  e gostei.. Sim, aí, na vossa casa. Posto isto, impõe-se a pergunta de cliente insatisfeita: porquê um cd do Eros Ramazzoti dos anos 90 - sim, esse que está guardado nas memórias inapagáveis de cada um de nós (dueto com Tina Turner anyone?) - em repeat? 
Foi uma aposta? 
Um bicho do deserto que vos picou nas carnes com uma maldição do faraó?  
A sério???? Que trauma é esse que nem Freud saberia explicar? 
Bandidos!

(Sim, eu sei que é por estas e outras que tenho 3 leitores, 
pois se não me bastasse mencionar a música, 
opto por acrescentar o vídeo para quem não lembrar)



Oracão contra Eros (o cantor):

Louvado(a) seja(m) Zeus, Buda, Ibrahimovich, Hawking e Iemanjá! 
Escutai as preces da que vos tecla. Haja um de vós que, em estando de folga, se apiede desta vossa filha e mande um raio que parta aquele MP3 do demo, devolvendo assim o encanto à hora de jantar. Bendito(a) seja o que, de entre vós, me conceder tal graça. Para sempre seja louvado(a) e sua ambrosia a mais doce do Olimpo / o Nirvana  mais grunge / o maior golaço / um artigo com a verdade de tudo / as sereias e búzios mais belos!

Amén(doin)


PS: Mefistófeles, se me ledes, também vós podeis dar um fim ao mp3. Sendo Lúcifer um tipo de wealth and taste, era um favor que lhe fazíeis, já agora. E deve dar pontos na caderneta. Agradecida.




Suécia fora do seu melhor


O outro extremismo. Para ver e reflectir e lamentar que haja tantos jovens perdidos.

 AQUI





segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Update da novela mexicana


Lembram-se da Tempestades del Corazon?

Pois é, Marisol pariu de novo. Desta vez uma linda menina, chamemos-lhe... Azucena? Milagros? Pilar é muito batido, Mercedes é carro alemão... Esmeralda é no anel, Guadalupe é de onde vem uma Nossa Senhora... Hmmm e que tal Maribel?
A crer naquilo do crescei e multiplicai-vos que Marisol segue, irei fazer revisões a este post mais vezes. Felizmente já me equipei com meia dúzia de possibilidades para cada género :)

domingo, 11 de outubro de 2015

A ouvir #75: My funny Valentine - Alice Fredenham





Voz fluida, sensual, "liquid gold"... derrete-me. É a única cover que gosto desta música, e já tantos tão mais famosos a cantaram....
Afrodite, era esta ;)












quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Da bíblia de cada um, cada um é que sabe.


Há aquela que é um bestseller (cuja análise em exame daria negativa a muitos dos que por ela pautam a vida dos outros... adiante, pois como essa há outras colectâneas tão ou pior interpretadas por "entendidos"). Felizmente não é a essa que me refiro.

No meu trabalho preciso de ler (em não tendo memória eidética, também preciso reler e não é pouco). Não sei como é com vocês - estimados 3 leitores - mas, há um livro que nunca li de fio a pavio e, no entanto, é aquele que levaria para uma ilha deserta com um escritório (e vista pró mar a toda a volta). A resposta está lá, num parágrafo ou noutro, perdida e achada entre Ahs! e Ohs! por já ter lá passado os olhos sem que aquilo tivesse sido relevante.
Na minha 1a semana em Berlin, tive o pivilégio de conhecer o autor da obra prima depois de um workshop em que percebi zero vírgula quase nada. Foi aí que decidi comprar o livro que condensa décadas de trabalho dedicado uma causa maior. Estávamos em 2006. Até hoje continua com (bastantes) páginas por ler. Gosto da sensação de haver sempre algo novo naquele livro velho.




(Sim, o meu marcador de livro é um flyer de um festival Punk que muito estimo)