Não ligo muito a alta costura. Nem baixa, média ou pronto-a-vestir (prêt-à-porter é 1 bocado maricas), já agora. Gosto do que gosto, seja féchion ou não (recordo que a minha mãe compra boa parte da minha roupa mais bonita, eu trato da parte desportiva). No fundo, sou um bocado nabiça quando estou ao pé de uma mala e óculos Prada, iphone, sapatos e lenço Chanel. Se forem bonitos eu olho. Se forem de qualidade (que são), eu noto os detalhes. De resto, estou um bocado a fazer pupu. Se podia comprar uma mala dessas? Podia. Iria doer-me a alma porque prefiro gastar o pilim numa viagem? Iria, sim. A modos que não gasto. Ah e tal, mas dura uma vida... Eu uso mochila tantas vezes que até uma bolsa de papel bate records de durabilidade.
Isto para dizer que, a moça que trabalha no estúdio de depilação da minha amiga Lu, se veste assim para ir trabalhar. Lá, tem o uniforme. Depois, volta à roupa chique e vai laurear o queijo.
Tudo bem. Só que eu prefiro não comer ovos cozidos com atum todos os dias do mês para poder andar pimpona na rua. Se esta mulher solta um pum, morrem 6 golfinhos e 2 hectares de floresta com o enxofre que ali vai. E andam exércitos de cientistas a imaginar armas químicas... parvos.
PS: Não estás a exagerar? Não. A média é 5-6 ovos por dia. Desde quando? Não sei, mas trabalha lá há 2 meses. É fazer as contas.