quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Poema "Bracinhos" by Pusinko


Bracinhos meus, bracinhos meus,
Que um dia fosteis trigueiros,
Cobre-vos, hoje, um manto de alvura
A vós, aos pés, ao corpo inteiro.

Porque raio sois agora tão branquinhos?
Oh Fortuna ingrata da qual padeço,
Sou um glaciar de rios azulinhos
A sério, Oh Fortuna, eu não mereço!


Pusinko, num momento de descontracção que prova os efeitos de,
contas feitas, não ter mais do que 1 semana de praia desde 2007.
E no que redunda dormir pouco e em horas parvas, 
tendo acesso à internet para que a parvoice não se perca
para todo o sempre, em notas dispersas num bloco de papel.





(Conheço uma menina que vai TÃO tirar uma férias no ano do fim do mundo....)

6 comentários:

Julie D´aiglemont disse...

Ah poeta! Isso até dava um fado!

Pink Poison disse...

Ainda bem que existe a net, estas pérolas pusinkianas não sepodem perder por aí. ihihih

António Branco disse...

alvura é beleza ;)

Pseudo disse...

Boltastes!! Pois acho bem :)
Tu tens 28 anos? Queres trocar? que caraças!

► JOTA ENE ◄ disse...

ººº
... e quantas às ferias... SORTUDA !

Joana disse...

A alvura agora está na moda. ;)

Beijinhos