sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Quem é a Pipi


(das Meias Altas) que tem umas tranças ruivas até ao rabo e acabou a escola primária vai pra 50 anos?

É a senhora que se sentou ao pé de mim no metro, ora pois.


 Como a Inger Nilsson daqui a 30 anos se não tivesse cortado as tranças..........

9 comentários:

Joana disse...

Hehehe... eu adorava ver a Pipi. :D

Beijinhos

Ísis disse...

LOL. Éu também gostava de ver a Pipi. Lembro-me das sardas :P
Beijinhos

SuperSónica disse...

ahahahah que engraçado!

Paula NoGuerra disse...

Algo intemporal...mas essa senhora que se sentou ao teu lado deve ter sido hilariante :o)

Bjs doces lindinha e bom FDS xxx

AC disse...

Eu adorava ver a Pipi, lembro-me das partidas que ela fazia, sempre com um ar divertido e inocente:)

Anónimo disse...

Pusinko
Boa Noite

Acabei de ler um seu comentário no blog "A sos com a noite" de 21 Set.em que a dada altura refere a proposito do amor ou da falta dele o seguinte:" Foi olhar de outra forma para a minha situação"...
Não percebi, trata-se de magia trata-se de quê.....Mas também eu estou farto de olhar e não vejo nada, ou seja ninguem me vê!!!!
Estou conformado e ACEITEI mas não compreendo porque é que as coisas por mais insignificantes que sejam nem sequer me tocam....Restam-me os olhos, o olhar e sonhar com o impossivel...
Bom fim de semana
Anonimo

Pusinko disse...

Joana: Eu gosto da personagem, mas não via muito da Pipi. Acho-a muito engraçada. :)

Isis: E dos dentes :)

SuperSónica: Era uma senhora muito engraçada, e totalmente habituada às tranças. Deve usar esse estilo há muitos anos e fica tão fofinha :)

Paulinha, nem tens ideia, hilariante sim, mas terno também :)

AC: Lá está recordo pouco da Pipi em acção, mas lembro da cara.

Anónimo: Olá :)
Sim, de facto foi uma mudança que se processou em mim, não por alguém novo ter entrado na minha vida, mas porque eu mudei a perspectiva. Não foi magia, não foi a correr. Foi antes um processo gradual com subidas e escorregadelas. Não se trata de conformar. Aceitar que há uma razão para o que quer que aconteça na nossa vida e ver como um desafio que nos obriga a crescer e melhorar. Não como fado cruel que temos de carregar. Só se vai para melhor, queiramos ou não, dando conta ou não. Este ano tem sido particularmente intenso para mim. E foi importante ter abalado estruturas. Só assim cimentamos novas.
Não restam só os olhos e o sonho a quem tem mãos, pés e mobilidade. Não restam só os olhos quando se tem todo um corpo À volta dos olhos.
Ponha-se visível para si mesmo, enxergue-se como ser maravilhoso e com direito a ser feliz, e o resto do mundo o verá pelos seus olhos.

Não é fácil, tendo a negligenciar isso várias vezes, mas tenho trabalhado para me ver por inteiro, por ocupar um lugar, e assim ser visível e ver os outros.

Tentei passar, nesse comentário, uma mensagem aberta, de perspectiva e ascendente, porque é o quenho vindo a fazer comigo para recuperar de abismos mais ou menos profundos em que tropecei aqui e ali.

Bom fim-de-semana e obrigada por ter aparecido se o comentário lhe suscitou interesse. :)


Beijokas a tutti

Margarida disse...

Bolas, ia jurar que tinha deixado aqui um comentário, aliás, juro mesmo, que terá sucedido?!

Pusinko disse...

Margarida: Isso é estranho pois aceitei todos os comentários que recebi, incluindo um anónimo.
Será que foi mesmo aqui? Ou pensou, mas não chegou a escrever?

Beijinhos