quarta-feira, 11 de maio de 2011

Não são de António Aleixo estes conselhos que vos deixo..

... mas são bons na mesma.

Do amor
1) Nao é aconselhavel apaixonar-se perdidamente e mudar para casa da grande paixao 8 semanas depois do Cupido espichar uma seta.
          Justificação: Se, 12 semanas depois de juntar tralhas, o/a dono/a da casa termina, a outra parte pode ter de se mudar no meio da escrita de uma tese, por exemplo. E as teses já doem que chegue, não precisam de tormentos adicionais, como seja procurar novo poiso.

(Pois é R. o amor é fornicado... para não dizer outra coisa.
Por seres meu amigo não vou dizer "eu avisei" já que prometi calar-me, mas escrevo e o resultado é parecido uma vez que tu não lês o blog)

15 comentários:

Daniela Pereira disse...

Eish eu acho que não é aconselhável juntar-se com alguém sem ter uns bons anos de namoro :x
enfim boa sorte po R.

Leana disse...

Este pode não ser do António Aleixo mas é sem dúvida um grande e verdadeiro conselho!

Gostei da parte do "eu avisei" lolol :)

Bjinhosss

Pusinko disse...

Daniela Pereira: eu não ei quando é o tempo certo para se morar com alguém. Pode ser instantâneo, fulminante ou nunca ser o tempo certo.
só não acho que todos os momentos são apropriados para loucuras amorosas, como estar enterrado em trabalho e meter mãos a mudar de casa e 3 meses depois, ainda enterrado em trabalho, ter de procurar casa.

O R. está metido a bater mal e não é pouco. :/
Mas está a resolver algo que podia ter evitado enquanto escreve a tese...

Beijinhos :)

Pusinko disse...

Leana: :) Parte essa que não vou dizer em voz alta porque ele precisa de poio e não que lhe apontem o dedo ao mau timing.....

beijinhos

Miguel Bordalo disse...

Eu gosto do post, é muito prático. Mas no amor não há coisas práticas. Se ficamos à espera que tudo esteja perfeito e indicado para nos atirarmos de cabeça a seja o que for, vamos ficar enfiados na casa dos pais até ao final das nossas vidas.

Ele teve um desgosto amoroso? Foi difícil lidar com o trabalho? Sabes o que eu te digo, ainda bem para ele. Está a viver a vida o melhor que pode. A arriscar.

Eu sou tipo para não gostar de estar sozinho. E sempre que me dizem, "Miguel tem cuidado!", eu respondo, "Para se viver o cuidado tem de ser o mínimo".

Para se ganhar, na guerra e no amor, o medo não tem lugar, resta aprender a lidar com a dor. Fica uma aleixada básica para a querida Pusinko.

.:GM:. disse...

Pusinko, ao contário dos líricos que acreditam no amor e numa cabana, acho que tens toda a razão. A história de sair de casa dos pais para ir viver com algúem é no mínimo dúbia. Antes de viver com alguém temos de saber viver com nós próprios para criar estrutura e responsabilidades. E já cometi esse erro de 3 meses depois do cupido espetar a merda da seta ir viver com alguém. E deu merda. Deu merda porque as pessoas não se conhecem, porque entre viver junto e namorar vai uma diferença abismal. O melhor mesmo é cada um ter o seu cantinho, irem passando tempo juntos, depois um passa um fds na casa do outro e alternam e assim se vai vendo como as coisas correm. Não venham com o amor é lindo e tretas do género. É lindo quando resulta, é lindo no princípio em que é td um mar de rosas. Pés bem assentes no chão é o q se quer.

António Branco disse...

acho que as teses também não são uma boa fase para ir em paixões... é melhor andar mais descontraído...

Pusinko disse...

Miguel Bordalo: De facto no amor nao ha coisas práticas e cada caso é 1 caso. Viver também implica medir as prioridades. Se a minha é escrever uma tese não me meto a mudar pra casa da conquista mais recente que se parece a mulher ideal 2 meses depois de a conhecer. Só o tempo empregue nisso custa, para ser todo deitado fora com encargos piores como procurar um sitio novo, burocracias e mudar outra vez, sem poder justificar os atrasos no trablho. Gestão de prioridades, não é cortar de raiz, é avaliar riscos.

.:GM:.:Ele mora sem os pais há 10 anos. e encantou-se quando já tinha tido algo semelhante sem ter os encargos da tese e de actividades paralelas. Há preços que não vale a pena aumentar. Nem sempre o impulso se justifica.

António Branco: também concordo até aí. Se a paixão existe, é seguir com ela. Se surge é aproveitá-la... com parcimónia. Não na intensidade mas nas recções irreflectidas. Digo eu que não sei muito de loucuras amorosas que mudam de casa...


Beijokas aos três :)

Joana disse...

É um belo conselho este que deixas. Pois não se deve colocar o carro à frente dos bois.

Beijinhos

Miguel Bordalo disse...

A única coisa que digo é que em vez do "eu avisei", podias ligar e dizer-lhe. "Olha ao menos arriscaste, viveste um bocadinho, vai ser complicado, mas pior seria se ficasses quieto e a pensar - raios, porque é que não fui por aquele caminho? - assim está resolvido. Não deu. Há agora uma próxima.

Podem chamar-me lírico à vontade. Mas a mim parece-me que uma vida sem lirismo, não se passa tão bem. Mas isso sou eu! É a opinião de um homem só!

Pusinko disse...

Miguel Bordalo: Eu não lhe vou dizer "eu avisei" e já falei com ele. :)
Arriscar é um dos meios mais fundamentais para se viver em plenitude.
Só que ele está em risco de hipotecar 4 anos e meio de trabalho por não cumprir uma data estipulada e sabendo ele que é fundamental para o que vai fazer a seguir.
Não acho que haja um tempo certo nem errado. Não é algo cuja oportunidade passasse a correr.

Mas não recrimino. Eu não o faria nesta circunstância, por isso postei o que acho. E duvido que ele se arrependa muito, mesmo assim. É um aventureiro nato.

E neste blog uma opinião vale o que vale e, para mim, vale muito que cá venham e se dediquem a interagir e opinar. Sou eu que respondo, e não o meu alter-ego Pusinko que actua mais na secção de parvoice deste blog. :)

Beijo

Lynce disse...

Por este ser um blogue demasiado sério não vou comentar como Von, deixo apenas esta indicação para perceberes melhor quem é o gajo está deste lado.
Posto isto só me resta acrescentar que não sou favorável à ideia das pessoas viverem debaixo do mesmo tecto. O ideal seria manterem uma relação mas viverem em casas diferentes.
Tenho dito!
:)))

Pusinko disse...

Lynce, este blog não é mais sério do que eu. É uma salada de cenas que me espelham muitas vezes.
Há muitas maneiras de relações funcionarem, partilhando casa ou não.
Tu tens uma ideia diferente da minha. Eu acho que sim, que funciona. Mas é sempre um risco. E os riscos existem para serem tomados.
Para mim, aqui é mais uma questão de timing do que nunca mudar com alguém :)

Beijo

lynce disse...

Mas eu noto uma certa frieza quando assino como Von em alguns blogues de determinadas pessoas que pensam que são mais snobs que eu. Se calhar não têm onde cair mortos, mas enfim... provavelmente serão até mais mentes perversas, mas esta merda da fachada é tramada mas há que a manter custe o que custar...
Eu cá não tem que provar nada a ninguém e sou directo e frontal, quem gostar gosta, quem não gostar que se phoda.
Beijos

Pusinko disse...

lynce/Von: respeito se preferires usar outro nick. Mas, no que a mim e ao meu blog diz respeito, és o que e como quiseres, porque eu gosto de gente directa e quem não está bem que se ponha.
Aqui és o que te der na telha. Porque eu também sou xD

BEijooo