Mostrar mensagens com a etiqueta reflexões na 1a pessoa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reflexões na 1a pessoa. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Moi





Cresçam cabelos. Rápido. Pelise e tal e cerejinhas por cima.

Sim, fui ver os Ugly Kid Joe no ano passsado
e tenho 1 pulseira que nunca mais usei (até esta semana).



sexta-feira, 26 de julho de 2013

À (mais) querida:


nunca me sais do pensamento, mesmo que te veja e ouça tão poucas vezes. Os teus conselhos cá continuam, ressoam dentro de mim de quando em quando, com a tua voz, palavras e expressões.
Serás sempre a dos provérbios sábios ("Já diziam os antigos..."), da liberdade consciente, dos segredos (antes da mãe saber), da gaveta com chocolatinhos e dos brindes no fim de cada ano lectivo (sabes que é por tua causa que só gosto de champagne em flutes?).
Um dia, sem ninguém contar, caiu aquele fardo imenso nas tuas já sofridas costas. Tão pesado que deitaria por terra qualquer um, todos entenderiam se desistisses. Mas tu não. Simplesmente não és feita da massa de qualquer um. A nobreza da tua reacção está gravada em mim desde uma conversa só nossa há 18 anos. Nesse dia, mulher de armas que és, decidiste que a batalha seria noutro campo. Querias arejar e levar-me-ias como intérprete - foram os argumentos que apresentaste para justificar a nossa viagem. Foi a 1a vez que andei de avião :)
Cuidaste de mim em bebé; cuidei de ti mais tarde. O mesmo amor que me dedicaste voltou para ti embrulhado numa cumplicidade exponencial. Sou muito grata por essa experiência. E por todas as outras. Sê-lo-ei sempre.
Já comprei bilhetes, avó. O nosso abraço está agendado. Tenho tantas saudades tuas!




terça-feira, 9 de julho de 2013

Constatações 1


A semana corre muito melhor quando se cumpre o plano de segunda feira conforme planeado.

Teoria continuamente testada.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

30 Maios




É hoje!
Há 30 anos, a minha mãe pariu sem dizer um "ai", disse o médico presente no momento quando o voltei a encontrar, 14 anos depois. Em compensação, não a deixei dormir uma noite inteira até 2 semanas antes de completar 3 anos.... 

Aos 15 anos elaborei uma lista de objectivos até aos 30. Faltava tanto!
Hoje não falta nada e tenho outros mil planos mas, a vontade de os enfileirar numa folha de papel é bem menor. Pretendo deixar o caminho se criar debaixo dos pés, saboreando o que vem aí sem, no entanto, perder o Norte (o meu).

Sobre mim: sou de luas e humores, um temperamento fdp quando calha, mas o lado solar é sorridente e coração mole. Hoje é também um coração mais grato e um Danoninho mais desapegado.
Gosto de pimenta preta e ovos moles. Unhas vermelhas como as rosas, perfumes orientais e gargalhadas. Gosto de abraços sentidos e amigos por perto. Família de casa e avós mais ainda. Por mim e por eles estou em casa, na terra que é minha a celebrar o facto de me saber bafejada pela Fortuna este tempo todo.

Agora vou ali brindar e volto quando o fígado der de si. (Se não voltar é porque ficou conservado em álcool)
 xD



sábado, 20 de abril de 2013

Dos dias tristes


em que o miau da casa dos pais, o miau do irmão, bolinha de pêlo que dormia aos pés da cama aquando das idas a casa e era um membro da família deixou o corpo doído da maleita. Adeus gatinho dos olhos rasgados.
Ao olhar agora para o JC, tão parecido contigo, espero que viva feliz num novelo de si mesmo por muitos anos.

Dos dias encastrados em semanas menos fáceis, em meses menos luminosos. Dias esses ainda mais cinzentos por outras cousas inda. Mesmo que o sol se insinue indecente na janela.

Dos dias em que o pulso arde do trabalho que se tem, a cabeça não descansa e as horas do dia e da noite passam de mãos dadas sem que os olhos consigam fechar um momento.

Dos dias que pesam mais do que deviam por forças que nem sempre sabemos de onde vêm mas que atraimos de algum modo, porque há jogos de forças que não queremos entender.

Dos dias em que apetece pegar na bike e atravessar ruas, parques e lagos até não restar força alguma no corpo e este, esgotado, adormece fundido com a terra de que é feito.

Dos dias em se quer abraçar Morpheus e dormir um sono sem sonhos durante um mês.





quinta-feira, 14 de março de 2013

Dos dias 13


Numa sexta-feira 13 de Março nasceu Pusinko - O blog.
Pusinko - Autora já existia há anos na boca de um amigo checo (autor do nick).
Este blog esteve de molho pouco depois de ver a luz do dia e renasceu em 2011 como meio de destilação de parvoice entre rasgos de seriedade a quebrar o ambiente.
Gosto de registar o meu estado de espírito, dar uso a vocábulos (+/-) rústicos, músicas que me lembram pessoas, contactar com malta paciente para acompanhar os meus devaneios e descobrir amigos atrás de alguns tascos queridos. Rio-me muito mais com certas coisas que escrevi nestes anos do que qualquer outra pessoa, porque me reporto ao momento que motivou certo post e o que resultou dali. 

Desopilar! É o que se pretende nesta morada. Talvez por isso não fale do meu trabalho, que é mais sério do que eu. No entanto, desde o tipo de actividade que desempenho ao edifício de nome peculiar (onde passo tantas horas que por vezes chamo casa) e às pessoas que me rodeiam, tenho infinito material para tesourinhos em talha dourada de absurdo. A minha rotina é composta de... rotina e contecimentos insólitos que não lembram ao capeta. Uma conjugação assaz interessante que, por vezes, gostaria de partilhar. Mas, uma 2a avaliação diz-me que isso significaria abrir uma porta que não quero ter escancarada e, muito menos, deixar certos registos na internet para todo o sempre. É aí que entram os amigos imaginários e as relâmpago-entrevista xálálá (bons tempos) entre outros escapes que não comprometem 3os. Deixo esse capítulo para mesas com copos e amigos.
Sobre mim, o que não falta é informação pessoal. Por outro lado, os momentos mais intensos não estão visíveis. Nos últimos 3 anos chorei lágrimas gordas em momentos desesperantes a diferentes níveis, sufoquei de ansiedade ante eventos cruciais da minha carreira, atingi objectivos pessoais e curei males de amor, quase sempre exorcisando os demónios com anedotas, piadas e tudo o que me distanciasse das marés revoltas do meu mundinho. Para mim funciona e basta.

E é isto. Obrigada a quem lê, comenta, insulta, goza, provoca ou abraça virtualmente, às caras que conheço e às que imagino, aos nomes que sei e aos que associo a certos bloggers.

Parabéns bloguinho guardador de sonhos e não de vacas.

Não temos bolo mas há prosecco com amoras e mirtilos, cortesia da roomie italiana para um jantar desta semana que soube pela vida (a acompanhar tagliatelli e focaccia feitas em casa, com máquina de pasta como manda o figurino).



Cheers!!

Adenda:
Para quem me segue desde o início e queria mesmo um bolo, vai o tridente de Neptuno/Poseidon



segunda-feira, 4 de março de 2013

Quadra popular



Coração não vivas triste
Vive alegre se puderes
Que um dia será teu
Aquilo que agora queres.


Li isto num quadro pintado à mão em casa dos avós de um amigo. No dia certo. No momento certo. Já lá tinha ido imensas vezes... só naquele dia li o que estava lá. No dia em que fez todo o sentido do mundo.  
O Universo é um relógio de suiço. Nunca falha :)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Crónicas de 10 linhas: Já fui feliz aqui... com outro.


Como é voltar a um sítio onde vivemos momentos especiais com outra pessoa? 

Não sou pessoa de desligar memórias.  Estive em Praga duas vezes a 1a com o M. e, 2 anos mais tarde, com a Marinnen - amiga de muita e boa galhofa. Descobrimos coisas e fizemos programas diferentes, mesmo repetindo monumentos e ruas. O contrário também aconteceu: a 1a ida a Barcelona foi uma viagem de trabalho, seguida de uma semana em Portugal e nova paragem em Barcelona para namoriscar antes de voltar a Berlin. 
Se lembranças de momentos com a Marinnen ou colegas da empresa são geniais e inofensivos, já as vividas em clima de romance ido, terão mais que se lhes diga. São um turn off quando vamos de mão dada ao romance actual (talvez O tal). Ou não? 
Não sei, nunca me aconteceu. Melhor não falar disso. E com a boca fechada quem pára o pensamento, o turbilhão que nem sempre desliga quando se quer? E não venham com balelas que quando se está apaixonado não se pensa em outras pessoas. Não se pensa com desejo ou até saudades dessa pessoa, agora a menos que se faça uma lobotomia pequenina, quaquer trigger pode trazer ao consciente um momento bom, passado e catalogado, mas vivido com outra pessoa nesse mesmo sítio.
Posto isto, pergunto-me se poderei voltar a uma data de coordenadas porque "já-fui-feliz-aqui...mas-com-outro-e-aqui-d'El-Rey-que-agora-se-me-misturam-recuerdos?" O que vale é que o mundo tem muito que visitar.  :) 
Por essas e outras é que vou a Paris com a Marrinnen e os meus pais. Fica a visita à cidade do amor com amores que nunca morrem em nós. 


O título é adaptado de uma rubrica da Mac, das poucas bloggers com filhos pequenos, que fala  sobre eles volta e meia e não me cansa. Gosto-lhe da escrita e do humor.






segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A ouvir # 55: Karkow - Blasted Mechanism


Um dos melhores concertos da minha vida. Talvez por ter sido o som perfeito no momento em que precisava dele. E veio pela voz e magia dos Blasted carismáticos de antigamente. Ao lado do meu melhor amigo num Enterro da Gata, para recordar para todo o sempre o efeito terapeutico operado em mim através deles. Tantas viagens se fazem em estradas de música :)


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

The darkest hour...



 
... has only 60 minutes. (Morris Mandel)


A minha foi há 1 ano. Tal como nesse dia, vou terminar o serão com 1 dirty Martini numa poltrona de veludo vermelho num bar a meia luz. A disposição é que é outra. E é muito melhor.






domingo, 25 de novembro de 2012

Gentlemen



Walk you home.
Wait until you open the door.



é uma permissa básica de um cavalheiro.
Sem isso, não há homem que valha a pena.



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O que a música faz de mim, e nao eu dela



Uma das razões pelas quais gosto de ouvir metal (antiguinho, de preferência) é porque consigo entrar facilmente num estado de espírito combativo e motivado para trabalhar, sem me distrair com pensamentos melosos ou memórias de tempos idos, da menina com mais disponibilidade, que podia praticar qualquer desporto e fazia coisas que hoje, infelizmente, não posso.
Quando todos os abraços estavam a minutos de distância.
Quando ia ao quintal buscar fruta boa sem bichos maus.
Quando o sol brilhava (quase) todos os dias.
Quando me  entretinha com paixonites por rapazes giros.
Quando as férias eram de areia, sargaço e mar tantos dias seguidos.
Por estas e outras gosto de heavy/trash metal e clássicos (italianos e alemães, especialmente). Levam-me para fora dessa meladice que consome a alma em momentos. Uns chamar-lhe-iam saudades, outros medo do que vem aí. Nenhum destes tempos verbais me convém. Apenas o presente. Estes estilos de música tão díspares (serão??) definem um ambiente racional, eficaz. Sou menos temperamental e mais eficiente. Acresce-me vontade de ir mais além quando as forças abrandam. Nao ligo a autores, letras nem bandas nesses momentos. Ligo à nota que me levar a estados alternativos e conduzir à realidade que quero que seja a minha. Com muitos decibeis.

Sou uma mistura de não sei bem o quê. Por vezes, tímida. Talvez por isso, sarcástica. Jogo à defesa quando conheço alguém. Sou a que usa ganchinhos em forma de borboleta no cabelo e que vai fazer um curso de tiro em breve. A que nunca vai poder fazer bungee jumping, mas mete as maos em caca que não lembra a muita gente. A que desfaz nós em fios de ouro, cordeis, tirinhas durante horas e fica impaciente com um bolo no forno. A música equilibra-me a disposição. Busco-a quando preciso. Posso estar bastante tempo sem a procurar. Mas sei que está lá e que playlist usar em cada momento.


domingo, 4 de novembro de 2012

O outro lado de Viena - a sustentável leveza do ser




O reencontro com o ex, quase 2 anos depois de terminarmos. Minto, jantamos há quase um ano num encontro fugaz. Ansiedade crescente nos dias anteriores à viagem, algumas dúvidas, alguns ses.
As nossas vidas mudaram (a dele indubitavelmente, com a mudança de país), o contacto foi mantido com conversas pessoais a diferentes níveis, mas certos tópicos evitados.
Foi quem mais amei. Verbalizar isto foi um grande passo para mim, avessa que sou a dar nomes aos sentimentos e sentimentos verbalizados aos outros (aqueles por quem é sempre um risco dar demais de nós).
Gosto de gostar de quem amei e não tenho razões para mudar isso. Não guardo ódios nem rancores de amores idos. De modo diferente, continuam importantes.
Ir a Viena foi reencontrar o meu passado no meu presente, e gostar de nos ver bem no futuro. Crescemos, amadurecemos (o M. ganhou uns brancos, finalmente), e valorizamos isso no outro. Não houve tópicos tabu, nem ciumes de quem entrou/saiu da vida do outro desde o fim da ligação como casal.
Viena deu-me mais do que tem para oferecer: a certeza de saber o que quero e confirmar o que não quero.  E momentos maravilhosos com um grupo de tugas bem dispostos que por lá pululam.




terça-feira, 23 de outubro de 2012

As I Began To Love Myself - Sir Charlie Chaplin

Enviado por um grande amigo, a quem agradeço do fundo do coração este email. Independente das voltas que a vida dê. E a vida dá muitas.
Obrigada! Mesmo que não saibas deste blog, foste, és e serás absolutamente especial por motivos vários.Já lá vão uns anitos a partilhar milhoes de bocadinhos de nós. Um dia serei mais parecida contigo no que mais me inspiras.

As I began to love myself
I found that anguish and emotional suffering  are only warning signs
that I was living against my own truth.
Today, I know, this is “AUTHENTICITY”.

As I began to love myself I understood how much it can offend somebody
As I try to force my desires on this person,
even though I knew the time was not right and the person was not ready for it,
and even though this person was me.
Today I call it “RESPECT”.

As I began to love myself I stopped craving for a different life,
and I could see that everything that surrounded me was inviting me to grow.
Today I call it “MATURITY”.

As I began to love myself I understood that at any circumstance,
I am in the right place at the right time,
and everything happens at the exactly right moment.
So I could be calm.
Today I call it “SELF-CONFIDENCE”.

As I began to love myself I quit stealing my own time,
and I stopped designing huge projects for the future.
Today, I only do what brings me joy and happiness, things I love to do
and that make my heart cheer, and I do them in my own way and in my own rhythm.
Today I call it “SIMPLICITY”.

As I began to love myself I freed myself of anything that is no good for my
health - food, people, things, situations, and everything the drew me down and away from myself.
At first I called this attitude a healthy egoism.
Today I know it is “LOVE OF ONESELF”.

As I began to love myself I quit trying to always be right,
and ever since I was wrong less of the time.
Today I discovered that is “MODESTY”.

As I began to love myself I refused to go on living in the past and worry
about the future.
Now, I only live for the moment, where everything is happening.
Today I live each day, day by day, and I call it “FULFILLMENT”.

As I began to love myself I recognized that my mind can disturb me
and it can make me sick.
But as I connected it to my heart, my mind became a valuable ally.
Today I call this connection “WISDOM OF THE HEART”.

We no longer need to fear arguments, confrontations or any kind of problems
with ourselves or others.
Even stars collide, and out of their crashing new worlds are born.
Today I know “THAT IS LIFE”!


É um processo contínuo e estou contente com o caminho até aqui. Um dia, este poema será ainda mais verdade para mim.

 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Diagnóstico: runner's knee


Really?
F***-se! Corri 3m.


(estalou-se-me algo que já não estava super espectacular ao iniciar um quase-jogging. Parece que é uma tendinite. E algo no pé. iupi)

sábado, 11 de agosto de 2012

Ó Pusinko como está o teu lado maternal? Está sedado. Com dose de cavalo.

A minha mana polaca, a Jo, e o E. (que completou 3 meses de gente) visitaram a tia Pusinko. Cozinhei mais nesta semana que num mês para mim. Tudo diferente e variado, cheio de nutrientes essenciais. Tanta louça pra lavar :o
Noites mal dormidas, sobressaltos, medos, horas de contemplação, piadas parvas e gorros de Verão com orelhas e olhos e bonecos muito fofos. Os dias passam em repetições e as horas voam. Tudo demora taaanto tempo. E o meu é tão escasso.

Todo o meu mundo (ou a melhor parte dele) nesta semana. :D


(Re)Descubro que adoro bebés, o cheiro da pele de bebé me derrete e é uma delícia essa coisa das crianças fofinhas sem dentes nenhuns de tão picolos que são a sorrirem para mais infinito sem saberem bem porquê. 
Mas não estou pronta. Nem quero estar. Não agora. Sei-o com mais certeza depois destes dias. Mesmo que  a minha casa esteja inexplicavelmente vazia depois deles partirem. Porque o melhor do mundo são as crianças. E um dia vou querer o melhor do mundo todos os dias. Hoje não é esse dia.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Mixed feelings


Melhor amigo a países de distancia.*
Melhor amiga muda-se para outro país na decisão mais certa que poderia tomar. 
Já tenho saudades e ainda só foste hoje. 

 É geografia que nos aparta mas o coracao que se nos aperta.
 Luv ya, Gatinia


* Em 7 anos e tal, ainda não aprendi a conviver bem com a falta que me faz o sorriso e o aroma da roupa nos abraços apertados. Com a Jo será igual, na esperança que o trabalho a traga de volta

terça-feira, 26 de junho de 2012

De vermelho

Antes de vir de PT, mudei o tom do cabelo. estou no vermelho escuro, discreto mas presente.
E agora que está encaracolado (a foto foi minutos depois de sair do cabeleireiro), gosto ainda mais.








E de repente


Faz-se luz.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A tosse e as viagens no tempo derivadas da febre


Isto de passar muito tempo na cama entre cobertores e espirros, redunda em desenhos animados dos anos 80/90. Aqui ficam alguns genéricos que ainda sei de cor, e muitos outros que não me apetece procurar agora (mas dos quais vi alguns episódios no iui-ui.com para recordar).

A Floresta Verde... e a letra deturpada cantada em tempos académicos :x

Bia, a pequena feiticeira que dizia "shalanda" e dava cabo do mau da fita, o Choné
Tom Sawyer, maravilhoso

A Emília do Sítio

Os turbo Rangers com genérico franciú, como dava no canal 1

Denver, o último dinossauro, pra lá de fixe.


Conde Pátula, sábados, depois do almoço, colada ao sofá. Mega fã.

                            E os sempre horríveis mas irresistíveis Happy Tree Friends, numa fase posterior.


Deixamos o Bocas, o Capitão Tsubasa (e golos que duram 3 episódios (cada um)), o Captain Planet (do tempo em que a Soviética era unida e se cantava assim no genérico), Ursinhos Carinhosos, Thundercats, a Ana dos Cabelos Ruivos, a Arca de Noé (vamos lá ver como é), He-man, Conan, Transformers, o Danger Mouse e muitos outros, ficam para a próxima gripó-constipação-ó-tosse-de-Rorschach.