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sexta-feira, 1 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Ó Marocas, e netos?
“Acho que é esse o caminho. A austeridade, tal como a definem, não tem sentido”, afirma, considerando que a obrigação já foi assumida há um ano, mas que “chegou ao fim”.
Para Mário Soares, não há razões para o PS se manter fiel ao acordo assinado em 2011 com aquela entidade, porque “tudo evoluiu: o acordo da ‘troika’, a ‘troika’ e o país”.
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
"May the fourth be with you" *
and be with the Iron Lady.
O Governo de Thatcher começou a 4 de Maio de 1979.
Nota pessoal sobre o filme The Iron Lady:
Uma lady interpretada brilhantemente por outra, Meryl Streep num filme duvidoso. Eu tinha 7 anos quando a Thatcher deixou funções, não acompanhei in loco, mas sei que ela é um marco a vários níveis (e exemplo em alguns aspectos).
Fui ver um filme que retrata a de-cad/m-ência da Dama de Ferro, quando esperava mais ênfase no Ferro desta Dama. A demência existe. Mas o empenho na doença foi tal, que retirou brilho ao que teria sido um filme magistral. E faz o público sentir-se um bocado idiota (pelo menos, o público com quem fui).
* o título foi de um tweet no Sapo.
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terça-feira, 24 de abril de 2012
E não é suposto uma contrapartida? Pergunto eu, néscia da economia?*
E a previsão é que continue a subir, uma vez que as projecções da troika apontam para que a divida pública atinja o pico só em 2013, iniciando a partir daí uma descida progressiva. "
*Da economia e uma data de outros temas importantes.
Observação: Eu escrevo Fevereiro. Se aparece em minúscula no meu blog, é por estar a citar directamente a notícia e eles adoptarem regras parvas.
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terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
George Soros presents: O pior ainda está por chegar
"The crisis has entered what may be a less volatile but more lethal phase," Soros said.
Para ler e pensar.
AQUI
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reflexões numa pessoa que não a 1a
Hilariante e, infelizmente, verdade
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco. Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti? Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano. Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras? fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar.”
By João Quadros in Jornal de Negócios Online.
(Obrigada à bela Orquídea :)
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti? Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano. Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras? fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar.”
By João Quadros in Jornal de Negócios Online.
(Obrigada à bela Orquídea :)
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 18 de dezembro de 2011
Passos ‘convida’ professores desempregados a emigrar
Os professores portugueses podem olhar para o "mercado da língua portuguesa" como uma alternativa ao desemprego que afecta a classe em Portugal, diz Passos.
Para quem nunca saiu do país, é uma perspectiva arrojada. Quando se tem filhos pequenos ou está numa relação em que o/a parceiro/a tem alguma estabilidade, mais difícil ainda.
É um convite realista do 1o ministro porque, de facto, há um excedente de professores para uma cada vez menor população jovem (fosso a aumentar no futuro). No entanto, este facto não facilita a decisão em si. Deixar para trás o conforto da família, das ruas conhecidas, dos sotaques nacionais... é uma aventura numa fase em que muita gente já se imaginava estável pelos padrões normais.
Inevitavelmente, uma estadia fora a fomentar o ensino de português e em português (outras disciplinas em liceus de 2 línguas oficiais) trará recompensas no futuro, tanto em termos pessoais como enriquecimento do currículo. (E uma data de stresses e problemas vários em histórias para contar aos netos)
É pensar nisso, pesar prós e contras, e decidir se é o momento. Ou tentar desenvolver aptidões paralelas e trabalhar em outras áreas por algum tempo. Neste momento, duvido que alguma área me satisfizesse tanto como aquela em que trabalho. Não tenho filhos, e ponho o trabalho (nesta altura) em 1o lugar, daí que me pisgava uns tempos.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Em que ano foi o 25 de Abril?
"Eu tive uma educação em inglês e não faço ideia"
Qual é a capital dos EUA?
"Califórnia"
Quantos kg tem uma tonelada?
"Não sei. Matemática não é o meu... números não"
Quem escreveu "Os Maias"
"... Hmmm, morreu há pouco tempo"
Como se chama o presidente da Comissão Europeia?
"É um ser qualquer cujo nome desconheço bastante........... eu não gosto de política, isso a mim passa-me ao lado"
In versão alargada (e corrigida) do vídeo da revista sábado AQUI
Quando se pergunta "Quem era O Padrinho", é aceitável que não surja imediatamente o nome Marlon Brando. Quando o filme estreou, os pais desta malta estavam a sair da adolescência.
Há respostas que ficam mesmo debaixo da língua (em frente a 1 câmara ainda mais). É possível ouvir barbaridades em qualquer segmento da população, sejam jornalistas, médicos ou sapateiros. Aqui foram os estudantes. Os resultados também dependem do que se entende por "cultura geral" e se espera que o aluno médio num curso superior saiba além das sebentas.
Há respostas que ficam mesmo debaixo da língua (em frente a 1 câmara ainda mais). É possível ouvir barbaridades em qualquer segmento da população, sejam jornalistas, médicos ou sapateiros. Aqui foram os estudantes. Os resultados também dependem do que se entende por "cultura geral" e se espera que o aluno médio num curso superior saiba além das sebentas.
Não sou uma pessoa naturalmente voltada para a política, a sua história e conceitos base (até aos 20 anos, só tinha lido O Principe por sugestão de um tio bem intencionado. E adorei, confesso). Só que a política, os negócios e os mercados, afectam o país onde nasci, o outro onde moro e condicionarão decisões no meu futuro. Por tudo isso, acho um "política não é comigo" / "passa-me ao lado" uma forma vergonhosa de justificar um alheamento atroz da realidade. Numa altura em que toda a informação está à distância de um clic, é passar um atestado de estupidez a si próprio. E levar uma geração inteira por arrasto.
Mudando de tema, decidi visitar Nápoles, no próximo ano. Tenho esta mania de visitar países começando pelas capitais.
sábado, 3 de dezembro de 2011
As leis, as leis... as praxes, as praxes
Sou a favor da praxe. Eu fui praxada na universidade.
Diverti-me imenso, fiz amigos entre os caloiros e os "doutores". Fizemos 30 por uma linha. Todos os anos nos reunimos, por altura do Natal. Muitos com parceiros/as, crianças, maridos e esposas. Tal como antes, para gargalhar, matar saudades. Sei que isto é raro passados 10 anos. Sei, ainda, que o oposto é cada vez mais gritante e os casos variam de mau a morte.
Muito gostaria que os responsáveis por praxes violentas (prolongadas, sexistas, humilhantes e verdadeiros espelhos da merda que eles próprios são enquanto pessoas), fossem punidos criminalmente pelas suas atitudes. Mais ainda pelas instituições que, brandas, fecham os olhos e facilitam o delito.
Este post surge na sequência de votarem contra a proposta do BE em desencorajar a praxe violenta. Foi votado contra o miudo paraplégico na sequência de uma praxe, ou do que morreu depois da praxe da tuna, ou das dezenas que receberam tratamento hospitalar. Foi votado a favor de comissões de idiotas que se acham os maiores por fazerem parte da mobília da escola tendo cadeiras do 1o ano em atraso passados 8 anos a pastar num curso.
Este post surge na sequência de votarem contra a proposta do BE em desencorajar a praxe violenta. Foi votado contra o miudo paraplégico na sequência de uma praxe, ou do que morreu depois da praxe da tuna, ou das dezenas que receberam tratamento hospitalar. Foi votado a favor de comissões de idiotas que se acham os maiores por fazerem parte da mobília da escola tendo cadeiras do 1o ano em atraso passados 8 anos a pastar num curso.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Meandros políticos
"Vós que lá do vosso império
prometeis um mundo novo,
cuidado, que pode o Povo
querer um mundo novo a sério"
António Aleixo
Dedicado aos Mercados (Super e Hiper também), esses sugadores de modas e credibilidade dos países
prometeis um mundo novo,
cuidado, que pode o Povo
querer um mundo novo a sério"
António Aleixo
Dedicado aos Mercados (Super e Hiper também), esses sugadores de modas e credibilidade dos países
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O gene da bicha inactiva é?
Assim não nos contaminam. Ou será que os níveis marialva dos machos verdadeiros baixam alguma coisa com sangue de larilas? (Não era mau, digo já.)
Se bem que, eu preferia, no mínimo, 2 anos de abstinência para doar meio litro de sangue a pessoas normais (ou seja, todos os que não sofrem(os) dessa doença de pecado). O Senhor (um à escolha) nos livre e guarde das contaminações do Mal, que eu quero ir direitinha para o Céu, à esquerda do Pai! Amén!*
E quem quer um homem que não usa uma destas?**
* as conotações religiosas são parvoice minha e não dirigidas (apenas) à Santa Madre Igreja, mas a todas as seitas e variantes de religiões maiores que são capazes de achar o meu post muito coerente. Em termos de linguagem, roça o o catolicismo, porque é o que conheço melhor.
** ponderei uma foto de um toureiro cheio de lycrinhas e brilhinhos rosinhas, mas a minha preferida inclui um corno afiado e excelente pontaria do touro, portanto guardo para outra oportunidade, sim?
terça-feira, 18 de outubro de 2011
À nossa volta
Nada como estar de cama para ficar a saber o que se passa no mundo.
E o que se passa no nosso mundo, em especial.
E que se passa? Ui coisas. Tais como?
Hmmm... assim de repente coisas deste género:
"A esmagadora maioria dos antigos titulares de cargos políticos vai ficar livre do esforço adicional no âmbito da medida que corta pensões (regime geral e público) e salários públicos, avança o Diário de Notícias." Aqui
E o sentido de dever de cidadão igual a todos os outros está em atitudes assim: "Não aceitamos que os reformados da PT sejam penalizados" e "Os reformados da PT e da banca rejeitam ser penalizados com o corte dos subsídios de férias e de Natal previstos no Orçamento do Estado", como se esforço adicional só se aplique ao resto do povo. Alterações e cortes inesperados chegam aos outros todos mas não a estes senhores. Aqui
Mas, vai-se a ver e diz-que-não-é-bem-assim. Aqui
Reacções dos mercados (que são uns mariquinhas) "Juros de Portugal agravam-se no dia seguinte ao Orçamento" Aqui
E depois, há histórias de particulares que detectam falhas nacionais e assombrosas, independentemente de crise. Aqui
Relato esse, que combina com os "80 milhões de europeus pobres" e mostra como as autoridades direccionam bem os recursos com regras que não cabem na cabeça de ninguém. Aqui
(Era dar-lhes com um varapau no fundo das costas)
E pronto, já brinquei, vou tomar chá de gengibre e limão e ver se trabalho um bocado.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Pena que foi uma das boas
"A juíza Patrícia Acioli julgava com frequência crimes cometidos por polícias corruptos e ligados a grupos de extermínio. A magistrada tinha fama de "linha-dura", sempre a agir de maneira rápida e eficaz na punição dos criminosos.
No dia 11 de agosto, Patrícia Acioli foi vítima de um homicídio programado por polícias cujo processo ela estava a julgar."
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Do português bem falido
Recebi o email assim. Decidi partilhar, porque é uma palavra que me faz cócegas na epiglote.
Pilar del Rio costuma explicar que dantes não havia mulheres presidentes e por isso é que não existia a palavra presidenta... Daí que ela diga insistentemente que é Presidenta da Fundação José Saramago e se refira a Assunção Esteves como Presidenta da Assembleia da República.
A propósito desta questão recebi o texto que se segue e que reencaminho.Ainda nesta semana, ouvi Helena Roseta dizer: «Presidenta!», retorquindo a um comentário de um jornalista, muito segura da sua afirmação... (SIC Notícias)
Uma belíssima aula de português.
Foi elaborada para acabar de uma vez por todas com toda e qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta.
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios activos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio activo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio activo do verbo ser? O particípio activo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Gosto da geometria da coisa
"Portugal é um país geometricamente rectangular com problemas bicudos discutidos em mesas redondas por bestas quadradas."
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domingo, 25 de setembro de 2011
Um passo pequenino
num deserto a atravessar, parece pouco, mas é um passo. E, sem esse nunca se chega a travessar.
Venham mais passos, saltos e voos destes.
Venham mais passos, saltos e voos destes.
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