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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Porque Berlin é minha e tua, David


Para quem quiser ver onde, como e quando Berlin foi casa de Bowie, como é minha e de tantos mais, anónimos ou não. AQUI

Ao músico e actor, carismático e belo que vive além dos anos: boa viagem Major.


 Com décadas de diferença,  o SO36 é o nightclub que mais gosto, 
exactamente por ser muito mais que isso


Estilo

Dois dos maiores... a capella




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Ah e tal... ela diz que é óperas e metal mas, e o António Zambujo num bar de jazz ao pé de ti?


Bem, o António Zambujo num concerto tão intimista quanto impossível em Portugal, foi maravilhoso. É isto.

Momentos deliciosos cheios de sorrisos e brincadeiras pelo meio. Pela 1a vez em Berlin e com uma sorte do caneco, fiquei a 2000 milímetros dos músicos, mais coisa menos coisa :)
Espero, no entanto, que o Luís Guerreiro não se tenha assustado com o olhar levemente alucinado deveras curioso desta que vos tecla. Nunca tinha estado tão perto de uma guitarra portuguesa! Obrigada por este serão encantador.

E um beijinho à Margarida por se ter lembrado da Manquinha (alcunha que, espero, deixe de fazer sentido em breve. S. Abegildo me ouça! Amén-doim)


Sem zoom :)










domingo, 11 de outubro de 2015

A ouvir #75: My funny Valentine - Alice Fredenham





Voz fluida, sensual, "liquid gold"... derrete-me. É a única cover que gosto desta música, e já tantos tão mais famosos a cantaram....
Afrodite, era esta ;)












quarta-feira, 29 de julho de 2015

A ouvir #74: Tom Waits - Roxanne


Daquelas covers que são melhores que o original... e esta voz ^^
Com um xi-coração à Afrodite (porque tu mereces muitos)







quinta-feira, 23 de abril de 2015

Punk and Disorderly - considerações sobre tudo em geral e fauna em particular



Foram 3 dias de punks agrupados num evento no centro festeiro de Berlin (no Leste, claro). Fui ao 3o dia porque os Toy Dolls encerravam o festival. 35 anos de carreira, das poucas bandas punks que "toca mais de 3 acordes" (confirmai AQUI com a benção de Bach) e melodias diferentes para cançonetas diferentes (as outras devem achar que nós não damos conta...).

Um noite de boa disposição seguida de quase 3 minutos de aturada reflexão para concluir o seguinte:

- É engraçado ir a um evento tão específico e ser diferente por ir "normalzinho" no trajar, penteado e quantidade de metal atravessado na chicha;
- Grande revelação + conselho da semana a uma boa percentagem do público presente: o sabão não morde! A sério, até se desfaz quando combinado com água. Isso e detergente nas roupas volta e meia. Ide e espalhai A palavra.
- Pessoas de cristas, a pergunta que se impõe: como é para dormir de costas? (Esta dúvida encanita-me muito antes do festival)

Berlin, um dos redutos punk. Aqui em sintonia de cores

Toy Dolls, o mesmo vocalista de sempre,
mais que muitos bateristas e baixistas.

Nellie the Elephant - cover dos Toy Dolls









sexta-feira, 13 de março de 2015

Um ci(r)c(u)lo depois


Sexta-feira, 13 de Março de 2009. Seis anos depois, outra sexta-feira 13 para comemorar o nascimento de um tasco conhecido como Pusinko. Como a parvoice não passa de moda, continuaremos sintonizados neste canal por cabo.   (Até ver)

\m/   \m/












terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A Segunda-feira mais fixe do ano


Pelo menos até aqui:

Enormes SABATON num concerto que abriu ao som de "Final Countdown" (sim essa que estão a pensar), passou por Michael Jackson e terminou em apoteose.
Já falei deles aqui e aqui mas não esperava que fossem tão brutais em palco. E com sentido de humor. E sorrisos felizes e gratos a uma plateia que os mereceu e soube receber. Até à próxima suecos de estimação da Pusinko :D








To Hell and Back - PTSD (stress pós traumático) afecta veteranos de todas as guerras. Esta música conta um desses casos de soldados que regressaram a casa e nunca resgataram a alma dos escombros da 2a Guerra. Letra aqui










sábado, 22 de novembro de 2014

A ouvir #69 : Song to the moon (Rusalka) - Milada Šubrtová


Os meus conhecimentos de checo reduzem-se ao nome deste blog e meia dúzia de palavras bonitas que nao me ajudam aqui... Felizmente, a música fala todas as línguas. 






terça-feira, 27 de maio de 2014

Mil duzentas e treze palavras* para Leipzig ou foi assim que peguei em Fausto

(* mais coisa menos coisa)



Após anos a adiar, concretizou-se o fim de semana em Leipzig.
A arquitectura é bela, os séculos de história sentem-se ao pass(e)ar, há algo de cativante no ar que se respira. Ou era só eu feliz por ter curado um resfriado e adicionei fermento a uma sensação banal para o resto do mundo..... Pshhh naaaaa. Berço de Wagner, amada por Bach, e morada de tantos talentos em diferentes áreas ao longo do tempo tem de ter algo de especial.
Éramos 4, combinação ideal em número, género e grau. Descobri sintonias inesperadas em conversas espontâneas, risos muitos, brindes mais. Palmilharam-se ruas, parques, avenidas e pracetas sem mapa nem plano, como se soubéssemos por onde ir e não nos enganamos. Leipzig não que enganar, aliás (a minha famosa falta de orientação geográfica não é aqui chamada).
Jantámos no incontornável Auerbachs Keller, 2o restaurante mais antigo da cidade (meados do século XV), preferido de Goethe ao ponto de o incluir em Fausto. Diz que, volta e meia, surge um Mephistófeles vestido a preceito a tentar as almas de incautos (e surpresos) clientes. No bar da casa, os cocktails fazem-se acompanhar por um piano e violino em modo swing, interrompidos aqui e ali por objectos com vida própria ou uma gargalhada cavernosa entre fumos e magia. O Diabo anda à solta em Leipzig e deve ser um bem disposto porque eu deixei lá um pedaço da alma. Entretando, depois de tudo isto, encomendei o livro.





quarta-feira, 30 de abril de 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A ouvir # 67 Toxicity - System Of A Down


Em versão original



Ao piano, para uma disposição diferente



Gosto muito de ambas.





sábado, 15 de fevereiro de 2014

A ouvir #66: Moonlight cocktail - The Ames Brothers


E o que eu gosto desta música? Sim, eu sei que já entrou neste blog (Glenn Miller aqui), mas agora está exactamente como gosto.






quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Das que nos dizem mais que outras e simetrias temporais


Aos 26 anos, numa (das) fase(s) menos colorida(s) da minha vida, a Ceci enviou-me um email com o título: "olha, és tu". Incluia um link para a música Hannah dos Les Cowboys Fringants.  Muito poucas músicas são aquela no momento. Normalmente associamos a uma pessoa ou situação pelo contexto ou momento em que escutamos, não por serem nossas. Neste caso, alguém muito longe e no passado, descreveu uma fracção da minha vida naquele presente em que a escutei pela 1a vez.
Não me dizendo agora muito mais do que a memória desse momento, canta pedaços de alguém, com detalhes de uma vida que pareciam talhados da minha.





Ving-six ans et perdue
Toujours plus désillusionnée
Elle vient qu'elle ne sait plus
À quelle connerie se raccrocher

Elle espère qu'un m'ment d'né
Elle pourra lever le voile
Sur ces sombres années
Et enfin revoir les étoiles



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ainda o James, desta vez em versão awwwww


O Metal tem momentos fofinhos assim:

Atentem em
1- a quantidade de malta que lá está
2- os phones da criança para estar naquele ambiente xD






domingo, 14 de julho de 2013

A ouvir #63 & 64: Ne Me Quitte Pas / Dans le Port d' Amsterdam - Jacques Brel


Ahhh... e o que eu gosto de Jacques Brel?

Ne Me Quitte Pas
Disse Brel "Cette chanson n'est pas une chanson d'amour,  mais une chanson sur la lâcheté des hommes" (esta canção não é uma canção de amor, mas uma canção sobre a covardia dos homens), ou nao fosse ela escrita para Suzanne Gabriello, a amante grávida que ele abandonou e cujo aborto se deveu em muito à sua atitude leviana. Não é uma canção de amor, mas poucas mulheres foram cantadas assim e poucos bandalhos souberam traduzir remorços com tanto encanto.




Dans le Port d' Amsterdam
A ti, Amsterdam, cidade primeira que me acolheu fora de casa e me está gravada no coração, uma pequena  homenagem.








sábado, 22 de junho de 2013

A ouvir #62: Afraid To Shoot Strangers - Iron Maiden


Gosto tanto desta.
(E das outras que já postei deles.
E de umas quantas por postar.)





Trying to justify to ourselves the
reasons to go
Should we live and let live
Forget or forgive