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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Prank of the year!


Bom dia a tutti.
Best. Prank. Ever.
(A PETA que não me leia)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

True story



"The first 5 days after the weekend are always the hardest"

Autor (des)conhecido


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Após apurados estudos no tema, uma conclusão a reter




Eu confesso que, a acabar, acabo com alguns neurónios volta e meia :)
Vou cortar no gelo para travar o descalabro um dia.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Será sarcasmo, será ironia? Piada tem certamente e o Rio corre assim


Ao jornal Público, o editor do guia "Porto Menu" nega que a frase "Rio és um fdp" seja uma ofensa. "Que eu saiba, "Rio" é um substantivo próprio que significa um curso de água e o resto são três iniciais, um verbo e um artigo", disse ao Público.

´Tá boa Sr. editor do guia! Eu cá concordo cm a sua análise. :)

 Imagem retirada da notícia.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Não me batam... mas não resisti :D




ALF A PENDULAR


in Salão Neurótico
(Obrigada Julie :)


Diz a mãe para o filho de 3 aninhos:
- "Joãozinho, quanto cubos de açucar puseste no chá?"
E o filho respondeu:
- "Ó mamã
pusinko..."

Quantos de vocês têm um trocadinho com o vosso nick? Ahhh pois é!

 


terça-feira, 15 de maio de 2012

De quem me visita X


coelhos a foder - ver Nacional Geográfico, ou um passeio no campo.

so queria fugir ir pra um lugar onde foste feliz - Se trocar o "t" por outro "s" escusa de ocupar coordenadas de felicidade dos outros.

imagens da fifi das meias altas para pintar - Pipi, é a Pipi das Meias Altas.


filmes de boazonas mamalhudas na montanha russa - A dúvida persiste: porquê filmes? Que tal ir à Feira Popular e conviver com mamas saltitonas em tempo real (e à distância da mão)?

intestinos como um relogio - é Aqui :D Adoro!!

ponhetas - não sei que procurais

rabos masculinos fofinhos - a administraçãoo do blogue prefere rijinhos.

mulheres pequenas mas bem abonadas - é tudo ou deseja com molho de chocolate por cima?

mãe fode com filho - estive para não pôr esta. Quanta falta de peso é necessária para começar a pesquisar cenas destas com estes termos? Não há mais que fazer?


em que ano foi o 25 de abril - é todos os anos, dahhh












































segunda-feira, 14 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

sábado, 28 de abril de 2012

Ainda não tinha falado deste tema, mas aqui fica


pelo RAP. E fica bem entregue, obviamente.

Espanha está mergulhada numa das mais graves crises da sua história. Perante uma situação tão difícil, o rei fez o que qualquer grande estadista faria e tomou a única decisão possível: foi caçar elefantes para África. Sim, todos os dias o desemprego aumenta e o nível de vida diminui, mas os espanhóis podem estar descansados porque há um paquiderme no Botswana que não se vai ficar a rir. É interessante constatar o modo como a análise económica muda de país para país. Em Portugal, culpamos Sócrates, o BPN, os mercados, as agências de rating. Em Espanha, descarregam nos elefantes da África austral. A crise tem responsáveis cada vez mais inesperados.

A caça ao elefante tem tudo para ser um desporto emocionante. A dúvida constante de saber se o praticante terá pontaria suficiente para conseguir acertar num bicho que, além de ter uma excepcional capacidade de se camuflar, ainda é extremamente irrequieto, deve ser de cortar a respiração. Mas o rei, habituado a não conseguir obter nada facilmente, aprecia desafios trabalhosos.

Dias antes da caçada, um neto do rei de Espanha disparou uma espingarda sobre o seu próprio pé. Trata-se de uma actividade que costuma ser levada a cabo apenas em sentido metafórico, mas o jovem infante resolveu ser literal e enfiou uma chumbada no metatarso. Ambos os casos fazem dos Bourbon guerreiros sui generis. O velho escolhe como alvo um animal que se move com lentidão e pesa toneladas; o miúdo dá um tiro e acerta no próprio pé. Não admira que tenhamos ganho tantas batalhas a esta gente. A família que teve a audácia e a valentia suficientes para subjugar o povo espanhol ao seu poder exibe a vocação genética para manusear armas que ficou descrita acima. Imaginem o talento do resto da população para a actividade bélica. É um país inteiro que deve ser dado como inapto para o serviço militar. Era óbvio que um povo assim só podia produzir soldados como os que, em Aljubarrota, no ano de 1385, claudicaram perante uma das nossas melhores profissionais da indústria da panificação. O que é incrível não é o facto de Portugal ter conseguido resistir às investidas espanholas. É Portugal não ter organizado um exército composto por meia dúzia de padeiras que alargasse as nossas fronteiras até França. Era trabalho para duas ou três semanas.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Pah, um gajo pode confundir-se. O nome é o mesmo




A2 - Titanic ao fundo


Porque uma mixórdia destas é muito boa para desopilar,
OU
Como enganar os colegas (sem querer), fazendo-os pensar que se nos estava a dar uma coisinha má quando, afinal era só um engasganço de gargalhadas.


AQUI

RAP, estiveste bem.

terça-feira, 17 de abril de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

Hilariante e, infelizmente, verdade


"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco. Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.

Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti? Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.

Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano. Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras? fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.

Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.

Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar.


By João Quadros in Jornal de Negócios Online.
(Obrigada à bela Orquídea :)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

quarta-feira, 11 de abril de 2012

E se em 33DC, tivesse sido assim?

Como era o destino da humanidade?



Diz-que-leimer humorístico
Sou fã assumida do Gato Fedorento pelas muitas horas de companhia em 2007. Sou fã de humor. E de humor parvo em todas as vertentes, mais ou menos inspirados nos MP e brits vários.
Gosto de artistas de diferentes nações e línguas. Em português, um carinho pelo senhor Solnado, o Herman, o Nogueira, o Marques, a Rueff, os Barbixas (Márcio Ballas, Rafinha Bastos, Elídio e Anderson em particular) e uns outros esporadicamente.
Gosto de gargalhadas.



sábado, 17 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Uma linha para o Natal



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(porque não se fala noutra coisa na rua, na blogosfera, no trabalho, nas lojas, na publicidade, nos filmes da época......)