Há coordenadas na Terra que merecem mais do que uma viagem relâmpago. Devem ser saboreadas, sentidas na pele, sejam mar, deserto ou urbe. Chamam-lhe cidade do amor, por isso, aceitei ser-lhe apresentada por alguém que ama esta capital. A Marinnen é uma amiga muito estimada que tem Paris no coração, enrolada em memórias de criança e adulta, povoadas de música francesa dos tempos de ouro. Vinhamos de países diferentes e encontramo-nos em frente à Notre Dame. A partir daí, foi só maravilhoso. Conhecer Paris pelas mãos de quem sabe onde ir tem outro sabor. Entre galhofa, Disneyland (iupii), vinho, gárgulas, champagne, macarons (o 1o e melhor do mundo é na Les Marquis de Ladurée), música, gárgulas, baguette (diariamente em papel e debaixo do braço), chás da Hédiard, Torre Eiffel, esculturas de tirar o fôlego, gárgulas, jardins belos, gente com estilo, pâtisseries e, claro, gárgulas, cada segundo valeu a pena.
A primeira coisa que fiz na Disney: as chávenas.
Razão principal para lá ir no que toca a sonhos infantis por concretizar :)
Palácio da Bela Adormecida
Esperei por Paris para provar maracons.
E felizmente foi no melhor sítio do mundo e com
pontaria para o melhor macaron de sempre.
Do Ré Sol cruza com La Fa Mi. Ou não
Primeira coisa que se faz quando se chega perto da Eiffel:
Crepes com Nutella
Eu tenho panca por outras coisas. A Marinnen tem por A Torre.
São milhões as fotos da dita.
Moço capaz de acrobacias do catano junto ao Sagrado Coração
Ponte Jámesquece :p
Falta alguma coisa? Faltam duas. Seguem em breve :)
PS: Todas as fotos são da autoria da Marinnen. Esta que vos tecla tem talento para outra coisa qualquer que não é enquadramento e fotografia em geral, particular e factorial.