Sou um bocado idiota nestas coisas de moda vanguardista (da clássica ainda sei um bocado), mas tenho para mim que a senhora Gaga nunca desejou que a personagem que tem neste momento se entranhasse tanto em si.
Quando a Madonna chocou o mundo e se manteve firme, acredito (correndo o risco de estar enganada) que muito do que fez e como fez partiu dela e de uma necessidade de ser diferente, desafiar tabus e fazer o que lhe dava na real gana. E é aqui que reside a diferença, ter voto na matéria. Ao passo que, a Madame Gagá está envolta num circo de pseudo-assexuados que regurgitam visões futuristas parecidas com as que têm sob efeito de ácidos (nunca tomei ácidos, mas diz que não faz bem).
Quando a Madonna chocou o mundo e se manteve firme, acredito (correndo o risco de estar enganada) que muito do que fez e como fez partiu dela e de uma necessidade de ser diferente, desafiar tabus e fazer o que lhe dava na real gana. E é aqui que reside a diferença, ter voto na matéria. Ao passo que, a Madame Gagá está envolta num circo de pseudo-assexuados que regurgitam visões futuristas parecidas com as que têm sob efeito de ácidos (nunca tomei ácidos, mas diz que não faz bem). Há alguns estilistas que só querem cabides de olhos salientes para pintar e passear as suas criações que só assentam em anoreticas*. Agora surge esta nova brisa (de esgoto) que é retirar a feminilidade à mulher, da qual a pobre da Gagá é o expoente máximo. Uma cobaia vestida de espantalho.
*É assim que penso. Da mesma forma que há criadores que enaltecem e embelezam o corpo da mulher e lhes devemos cortes que nos fazem fabulosas. Aqueles cujas criações nunca passam de moda e, mesmo quando que passam, continuam sempre bem.

















