sábado, 30 de abril de 2011

E porque é bom vir a casa e...

...  ter vestidos novos em cima da cama (e lindos que são);
...  ler à sombra que vai trazer quiwis no Verão;
... ter o sol a beijar a nossa pele por entre as folhas que o filtram;
... apanhar cerejas vermelhas e quase as poder comer assim, da árvore;
... gargalhar ao recordar momentos com quem nos viu crescer;
... jantar com primos de estimação e o mano e saber que não mudou nadinha desde putos;
... espraiar-me na cama, longe dos outros e contar os segredos todos com a prima, como sempre fizemos;
... acordar com  um batido que a mãe trouxe à cama, porque temos de trabalhar e precisamos de vitaminas;
... saber que mudei os planos todos para hoje partilhar a união de um amigo e de uma amiga que moram no meu coração;


Podia não ter nada disto, mas tenho e sou afortunada. 
E, nas vezes futuras em que me sentir triste, sózinha ou com dificuldades, virei a este post para me lembrar que só posso sorrir para enfrentar os problemas.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Faz-me comichão no céu da boca #8: genéticas "naturais"



As super vacas (as que mugem, não as que falam) podem resultar da selecção "natural" definida pelo homem, para atingir o aspecto asqueroso e pouco saudável (mesmo que o sejam), e com pouca qualidade de vida (mesmo que tenham condiçoes especiais). Para mim isto (Belgian Blue) no vídeo não tem aspecto saudável. Ainda na alimentação, já me fez comichão no céu da boca aqui.
É como cruzar humanos por 10 gerações de invidíduos com propensão natural para ter mais massa muscular. Sairá um monstrinho a certa altura.


E sobre cruzamentos forçados, acreditando que os de cima não sofrem de problemas de saúde graves, que dizer dos ai-que-fofinho-este-gatinho (Munchkin) que não é mais do que cruzar animais que sofrem de mutaçoes genéticas (das que não matam) e tentam fazer deles novas raças. Ou dos pobres dos Sphynx. Que _uta de qualidade de vida! E deles, como dos cães e outros pobres vítimas de gente que merecia uma caminha de arame farpado espichada naqueles lombos.



Não só querem os bichinhos mai lindos, como os querem diferentes! No pior sentido possível de ser diferente.
Façam plásticas na vossa pele e deixem os bichos serem como são. E adoptem um destes coitadinhos com mutação se acharem por bem (que sobrevivem, sao fofinhos e meigos), mas NÃO PROMOVAM que se faça negócio das deficiências alheias.

Sai um Phoda-se prá mesa 5.

Nem toda a gente merece a responsabilidade de cuidar e amar um animal.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Link

Da Julie, para rir e para vós. Aqui

A ouvir #19: Attero Dominatus - Sabaton

Os Sabaton são uma banda sueca de power metal.
As suas letras são baseadas em grandes batalhas da História.

Deste album há musicas com referências/dedicadas a Hiroxima & Nagasaki; Hamas, 3o Reich, 1a GM, Conflitos na Ex-Jugoslávia e por aí.
O que me atrai é saber que a descrição e toda a energia da música resulta de eventos que realmente aconteceram e, por isso, o impacto é brutal.

Escolhi esta porque é sobre a Batalha de Berlin, a última grande ofensiva da 2a Guerra Mundial, lançada pela União Soviética em Janeiro de 1945.


Artillery leading our way
A million grenades has been launched
The nazis must pay for their crimes
The wings of the eagle has been broken
(a letra completa aqui)

Estou em casa

Vou ali almoçar e já volto para postar um momento de estupidez e o facto de sair sempre tudo ao contrário do que se pensa .

quarta-feira, 27 de abril de 2011

As próximas 48h

vão ser do camandro.
O barato sai caro.
Tempo é dinheiro.
Vou demorar muito mais tempo nesta viagem.
Vou gastar muito mais dinheiro do que previ.
Juntos, tempo e dinheiro, fazem desta ida à terra a mais longa, desconfortavel e entediante de que há memória.   
A pensar que era a melhor opção.
É por uma exelente causa.
Se não fosse era menina para vociferar impropérios.
E dos feios.

Como tem uma imagem de uma menor de idade, vou só amuar um bocado. Até me cansar.
O próximo post será quando calhar. De preferência do conforto da casa mia. Da família.

Os amigos e o tempo

Hoje fui beber 1 copo com o R. Despedir-me de 4 anos e meio de memórias. De amizade que foi pura e sofreu por mãos terceiras. Metade do nosso tempo aqui foi a desvanecer. Pouco contacto nos últimos 2 anos. Festas esporádicas.
Não como no tempo d'os Jantares do Mundo a rodar casas de amigos e experimentar sabores de outras gentes. Das noites sentados na janela entre copos e conversas até amanhecer. Do eco das gargalhadas na sala por mobilar. Do tanto em comum nas nossas vidas. Dos planos de deixar este trabalho e abrir um café concerto com sala de leitura e um toque underground.

Porque há gente muito estúpida neste mundo, mesquinha, abstrunta e que só ia ao sítio com 2 punhos cerrados naquelas fronhas.  Ou era para ser assim. Se calhar, já partilhamos e aprendemos um do outro o que tinhamos para nos ensinar. 
Se calhar o tempo não nos apagou.
Se tivesse apagado, não havia o olhar que hoje trocamos. Aquele olhar que, no meio da algazarra do pessoal, diz "está tudo bem". Ou aquele abraço que sela uma amizade no infinito.

Vou ter saudades tuas? Não. Porque sei que vais viajar pelo mundo e ser livre, como é a tua natureza. E se tu estás feliz eu vou sentir isso. Como senti hoje. Como tu sentiste que eu não estou bem e eu não te tinha dito nada.

Sobre a Páscoa

A momento "Páscoa" deste ano foi um ovinho mal cozido ao pequeno almoço. (Que não é só na Páscoa que como)
Depois, fui trabalhar.
Na segunda-feira (de Páscoa), não ligo muito desde que saí da terra onde nasci, fui dar 1 aula/explicação de a um aluno do secundário. 
Antes de sair, a mãe dele ofereceu-me coelhinhos de chocolate, ovinhos de chocolate e uma prendinha muito cheirosa para uns banhos de espuma... porque era uma lembrancita de "Páscoa".


Nota: São muçulmanos e devotos, dos que rezam e tudo. Não há estas modas de muçulmano não-praticantes como se faz em PT, por exemplo.
Achei tão bonito o facto de saberem que é a maior celebração (católica/cristã) e darem-me mimos por eu estar longe da minha família. Sim porque também tive abraços e festinhas na cabeça para não ter saudades.

Gente assim aquece-me o coração. xD

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vou sair

e apanhar 1 molha de propósito par arefrescar as ideias!

Moço da semana #11: Eduardo Verastegui (desperdício genético)

Nasceu em 1974 (México), é modelo, actor e cantor... dizem. Passarellou para grandes marcas.
É o cigano que dança no clip "Ain't it funny" da Jeniffer Lopez, dizem... não confirmei porque os direitos de autor no iutubi me impedem e eu não costumo saber os clips da JLo de cor.

A imagem desportiva, moderna e que muito me apraz

Educado no catolicismo devoto, redescobriu o chamamento do Senhor em 2003 e mudou de vida.  Vendeu tudo e foi como missionário para o Brasil. Daí foi evangelizar para Hollywood. É contra o aborto e tem uma produtora de filmes que promovam a dignidade humana. O 1o filme ganhou o Festival de Toronto.

Diz que é casto desde essa mudança. Vai à missa todos os dias e reza o rosário... é uma fusão de modelo masculino do século XXI com a minha avó, o que me perturba levemente...

 Com o calor a chegar, um mergulho... bom era 
ter uma piscina e um evangelizador destes lá 
dentro para... evangelizar, obviamente.

Sendo necessário enfeitar algum post com testosterona, nos próximos tempos vai ser este moço a representar essa molécula.
- Ah e  tal, Pusinko, notai que ele é casto há anos e vós, na verdade, sois contra o destino cruel destes genes que vão definhar sózinhos...
- Em verdade vos digo meus leitores, muito do que este missionário poderá fazer em prol da humanidade, está além da catequese... E mais não digo, mas penso.

Maioria dos gajos: o que se segue não contribui em nada para a vossa felicidade. Este link é para quem gostar de gatinhos que falem com gatinhos que rujam. Há limites de indecência neste blog. Em termos de imagem, não de badalhoquice mental.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ao Maior (da Aldeia), neste dia

 Não há absolutamente nada que não tenha dito
ou precise dizer aqui (muito menos aqui).
Ele tem noção absoluta do lugar que ocupa.
Sabe lidar direitinho com os delicados trilhos
onde se move o meu humor, 
o bom e o mau e o assim-assim, 
(que nunca andam muito longe um do outro, 
na verdade).

Dos sentidos, a visão é a que mais temeria perder.
(os outros sentidos iriam antes às favas)
O meu irmão é esse sentido.
(o grupo mais restrito de todos)
Sou uma pessoa melhor por ter um irmão. 
Este e não outro.  
(não tenho outro para filosofar no assunto, eu sei)

Obrigada.
E de nada...  xD

Parabéns.
Hoje é 25 E de Abril! Dia E da Liberdade!
És um revolucionário de cabeça fria.
Isso é uma qualidade que só os melhores E guerreiros E possuem.

domingo, 24 de abril de 2011

Frase do momento #20

“I choose to live, not just exist.”
James Hetfield

Porque afinal de contas tenho a discografia toda... ter um dispositivo imenso de armazenamento de dados permite estas alegrias para muitas bandas :) que nós (no grupo) gostamos
E porque esta frase faz todo o sentido para mim.
E triste de quem existe, apenas.

sábado, 23 de abril de 2011

Guess who... quem é este menino?

Este nem é tão difícil como o outro que mostrei (aqui)


Ui.............
...
...
...
...
quem será?
...
...
...
...
Certo.  O queridíssimo Hetfield, vocalista dos Metallica
que me deu um trabalhão para conseguir ver ao vivo.
E haja pilim para eu ir atravessar fronteiras e ir vê-los
uma e outra vez.

Noto também que tem uns olhos vivos. 
E aquela voz que eu tanto curto... nice

Linkar os outros é poupar em posts porque não acrescentamos nada

A Isis é uma amiga que posta textos que fazem pensar.
Gostava de partilhar este que diz muita coisa em poucas palavras. 


O outro link que deixo é da CoisasDaGaja do blog das mines, dos tremoços e dos tacões. O miudo dela quer apadrinhar o casamento poruqe é o homem da casa, por enquanto. Eu fiz como ela pediu. E ela pede um clic. Clicai, portanto. 


A Julie D'aiglemont do blog Almas Mortas tem um post de interesse histórico sobre os Finlandeses e as atitudes deles nas últimas semanas. Não sendo a atutide dOS Finlandeses todos, é a de quem os representa. É didáctico.



Depois vou tratar dos selos que tenho pendentes com que fui agraciada. No meio disso vou amuar pelo facto de estar um sol parvo e tao quentinho, pessoas felizes a passear na rua e eu sentada à secretária com milhoes de trabalhos para fazer.


Pronto, era isto.
Adeus. Bom dia.

Gente que eu gosto (muito): Nair Belo

A Nair tinha... tem, aliás, uma voz que eu adoro. Era... é, aliás, dona de um sarcasmo, ironia, hipérbole, prosopopeia, eufemismo, sinédoque e uma data de outros resursos que faziam... fazem, aliás, inveja a muita gente.
O mundo da comédia ganhou muito a partir do dia em que esta senhora pisou 1 palco. 
Locutora de rádio, humorista, actriz. Tinha... tem, aliás, uma voz deliciosamente rouca e ria-se... ri-se, de si própria.
Nasceu em 1931. Morreu em 2007.  Não, não morreu. Continua viva. Porque há gente que nunca morre. 

Deixo um clip em que contracena com Hebe Camargo. Podia escolher uma cena novela do passado, a dar tareia em moços de corpos definidos, ou um excerto de uma série, com os takes certos e escolhidos. Mas não. Este é mais espontâneo e envolve duas actrizes com a cumplicidade que só décadas de amizade permitem ter.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Vai uma coisa estúpida a meu respeito? Vai ter de ser

É longa porque eu escrevi uma peça de teatro marca Raskov. Mas pelo menos é 1 obra E toda minha.  xD

A aventura no metro


PERSONAGENS: 
Pusinko (a autora da façanha)
Irmão da Pusinko (na sua visita anual)
Primo (da Pusinko e do irmão, dahh)
Sr. Condutor do Metro
Figurantes para barulho de fundo

Localização espacial: capital (e das boas) onde resido
Localização temporal: o querido mês de Agosto (sim, como na canção do Dino Meira)
Coordenadas específicas: numa estação longe de vós

ACTO I 
CENA I
(Sentados nos bancos da estação, os 3 artolas (Pusinko, Irmão e Primo) debitam parvoices à vez. Pusinko entrega as chaves de casa, telemovel e carteira ao irmao para ajeitar uma vinca qualquer no vestido e não mais pega nelas, entretida que estava na conversa)

CENA II
(Grande plano do aviso luminoso em estrangeiro que Pusinko traduz correctamente em voz alta para os seus convidados)
Pusinko: POR FAVOR NÃO ENTRAR NO PRÓXIMO METRO. Só no seguinte. 
(Irmão e Primo anuem com  cabeça e continuam em amena cavaqueira)

CENA III
(A conversa é cortada pela chegada do metro e todos os passageiros a sair. O condutor passa revista às carruagens e entra na cabine para prosseguir viagem.
Antes de fechar as portas, Pusinko, levanta-se de um salto e decide confirmar que aquela sombra que viu não era algum incauto que não tinha saido.  Entra na carruagem e a portas fecham.
A cena termina com Pusinko de cara colada ao vidro a soltar impropérios que o irmão e o primo nao entendem (mas imaginam). Ouvem-se gargalhadas jocosas ao fundo - os palermas dos figurantes)

ACTO II
CENA I
(A viagem demora meia estação (1 minuto) e o metro pára na estação-de-serviço dos metros para fazer um 1 soninho.
Pusinko guincha, berra e apita que não tinha como sair. Aqui d'El Rey e bate nas janelas sem parar.
De súbito as portas destrancam e Pusinko põe um pé fora da carruagem e dá de caras com um indivíduo alto, magro, cabelo lambido de uma gosma qualquer, bigode farfalhudo e um olhar a fazer rastreio de alto a baixo e meio sorriso. É o Sr. Condutor)

Sr. Condutor: Olá Menina. O que faz aqui? (continua no seu olhar esquizóide) Não viu o aviso? (E sorri com ar de quem bate muito mal)
Pusinko: Eu... eu vi...  não sei, foi sem querer e ahhh de repente fechou... (nisto Pusinko repara que a estação está mesmo ao pé pois ainda se vê luz)... Eu estava ali com o meu irmão e o primo. São grandes eles. E maus. (Passa as mãos nos bolsos que não existem e na bolsa que ficou com o irmão no banco e aprecebe-se que não tem meios para comunicar)
Sr. Condutor: Sim...claro... (mantém o olhar de scanner de aeroporto)
Pusinko: Estão ali... (e desata a berrar) IRMÃAAAAAAAAAAAAOOOO!! PRIMOOOOOOOOOO
(Pusinko lança olhares ao túnel sem saber se deveria sair dali a correr. 
Temendo ser passada a ferros pelo próximo metro, controla-se)
Sr. Condutor: Menina! Menina! Vai ter de entrar na carruagem e aguardar. (Um sorriso suspeito enquanto cofia o bigode fazem Pusinko arregalar os olhos com desconfiança)

CENA II
(Dentro da carruagem, passam-se 2 minutos e Pusinko mia, guincha, palra e pede socorro
O microfone é ligado e a voz com uma gargalhada contida do Sr. Condutor ecoa na carruagem)
Sr. Condutor: Menina! Por favor aguarde um pouco. (o riso contido ultrapassa o conforto de nao ter sido esquecida, apesar do berreiro).
(Pusinko tenta puxar a alavanca do alarme.
Novamente a voz irrompe no compartimento)
Sr. Condutor: Mantenha-se calma nos próximos minutos e tudo correrá bem.

ACTO III
CENA I
(Entre 2 suspiros os motores ligam e em poucos segundos o metro desliza em direcção à luz
Repete-se a imagem inicial: Pusinko com as mãos no vidro surge no outro lado da plataforma. 
O irmão e o primo olham ansiosos para Pusinko,  e desatam a rir.
Pusinko sai e dirige-se ao Sr. Condutor.
Pusinko:Ohhhh............ muito obrigada Sr. Condutor. Desculpe o faniquito. Foi tudo tão rápido... eu, nem sei...
Sr. Condutor: Não é todos os dias que acontece de facto. Está melhor? (E sorri muito mais simpático)
Pusinko filosofa com o seu bonito decote se o Sr. Condutor não teria feito de propósito para gargalhar um pouco à sua custa. Mas isso não mais interessa. Volta para junto do irmão e do primo para eles poderem mandar piadas parvas e gargalharem os 3 até altas horas da noite. Que, de resto, era o normal quando estavam juntos.
(Saem de cena juntos e divertidos com o momento de paródia vivido)
 
 FIM

Notas
O Primo Tano é um querido e de grande estima da Pusinko. :D
Foram umas férias maravilhosas com eles. Duas semanas e meia a aparvalhar e sempre felizes.
O episódio é verídico e aconteceu como relatado.
Poderia ter sido resumido a meia dúzia de linhas mas, no seguimento de uma directa, a
imaginação é muito fértil e permite momentos de comicidade e parvoice elevadas. Especialmente para quem lá esteve e assistiu ao stress todo :/    A quem lê não tem tanta graça mas partilho na mesma.

Exercício: Descobrir a palavra que completa a expressão portuguesa que se segue:
"Ah e tal, isso é uma _________ em 3 actos"(não me desiludam ao acertar porque isto deu-me trabalho a fazer)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ou entra mosca, ou sai asneira


Saiu asneira e depois entrou mosca*...........   :/

Para aprender a não refilar no trânsito quando estiver de bike.
Há que começar a considerar a mímica como alternativa.

Vou então considerar enquanto arrumo o sono de ontem e hoje.


* Afinal pra quem pagou para comer gafanhotos com salada não posso reclamar muito, mas hoje apetece-me porque estou enfonada (e ensonada também).

Dos feitios

Todos temos este e aquele, todos somos complicados e temos altos e baixos com que lidar.
Caríssimos, o meu feitio, tem dias que nem eu aguento. Eu, que até gosto bastante dos meus humores, das gargalhadas aos amuos, mesmo eu não ando compaciência para me aturar.


Estou de directa e sem censura nenhuma. 
Vou ter 1 soninho tao bom mais daqui a pouco!
Que rico!

Crónicas de 10 linhas: Dos amigos e da Teoria de Darwin


Darwin foi um gajo visionário. Como o Galileu ou Copérnico e, uma dúzia de outros à frente do seu tempo. Mas escolho Darwin para mandar postas de robalo sobre a Selecção Natural de amigos.
Acontece com o tempo. Temos amigos de sempre que, aos poucos, passam a conhecidos, e (des)conhecidos que entram no coração quase como se fossem enviados por primos do Cúpido*. E quanto mais antigos ou significado tiveram no passado, mais nos custa assumir que, provavelmente o caminho divergiu, porque crescemos ou pelas opções de ambos os lados. Já tomei decisões dessas. Ou as decisões tomaram-se por mim. Laços dissolvidos naturalmente, não por eu os cortar. Custa não nos revermos nos espelhos de sempre, que iam a todo o lado connosco. Faz parte de crescer. E da definição de quem nós somos. Na selva, como nas amizades e nos amores, só os mais fortes sobrevivem. 


Os amigos que tenho são fantásticos! E eles sabem que sim.


* o anjinho papudo que manda setas nos postais de S. Valentim. Os primos mandam outras setas.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

E digo mais, eu que nada sei de direito

No seguimento do post anterior e em jeito de conclusao da minha parte


Decreto-Lei nº 48/95 de 15-03-1995

CÓDIGO PENAL
LIVRO II - Parte especial
TÍTULO I - Dos crimes contra as pessoas
CAPÍTULO V - Dos crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual
SECÇÃO II - Crimes contra a autodeterminação sexual
----------
Artigo 172.º - Abuso sexual de crianças


       1 - Quem praticar acto sexual de relevo com ou em menor de 14 anos, ou o levar a praticá-lo consigo ou com outra pessoa, é punido com pena de prisão de 1 a 8 anos.
       2 - Se o agente tiver cópula ou coito anal com menor de 14 anos é punido com pena de prisão de 3 a 10 anos.
       3 - Quem:
              a) Praticar acto de carácter exibicionista perante menor de 14 anos; ou
              b) Actuar sobre menor de 14 anos, por meio de conversa obscena ou de escrito, espectáculo ou objecto pornográficos, ou o utilizar em fotografia, filme ou gravação pornográficos; é punido com pena de prisão até 3 anos.
       4 - Quem praticar os actos descritos no número anterior com intenção lucrativa é punido com pena de prisão de 6 meses a 5 anos.

Início de Vigência: 01-10-1995


Vejamos: há 16 anos que esta lei existe.
Os julgamentos sao como exames de consulta.
Onde raio está a justificacao para fugir ao que está na lei?
Quem tem o rabo preso para manipular este resultado?

Era cada um dos elementos do colectivo de juizes a sangue frio contra a parede.

Este mundo anda de pernas pró ar ou sou só eu que fiz o pino?

Enfim.
Nem vou comentar porque dava pano para muitas mangas.
Mas era capaz de perguntar ao colectivo de juizes se fossem divorciados e os padrastos das suas meninas agissem assim e os seus colegas considerassem que aos doze anos se dá umas quecas com todo o discernimento.
Aqui

A ouvir #18: Toccata In D-Moll - Toy Dolls

Porque de Bach aos Toy Dolls pode ser um instantinho. Esta música não me lembra ninguém. É para mim, portanto. Já integrou playlists das horas lentas de trabalho nocturno. Horas lentas mas de grande alegria por ninguém me amolar a pinha.





E o sotaque na apresentação???? Aahahhah Me gusta também!

Frase do momento #19

"Para cada um existe, no momento certo, a situação apropriada ao seu desenvolvimento pessoal"
Paulo Marques



Ou pelo menos assim espero. Estou um nadinha descrente no mundo.
E nas pessoas.
Vou dormir a ver se passa
Sim, eu sei que passa daqui a nada
Também passam tempestades e terramotos e quer tiver de sobreviver, lá sai dos escombros.

Opshhh acho que tenho um escombro em cima. E pumba, uma mão cá fora acenar ao mundo. Agora é não faltar gasoil à viatura do INEM que se resolve.
 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Publicidade não paga de produto nacional

E porque o que é nacional é bom (quando é), e porque eu sei o que me custa achar alguns produtos que sabem a casa e bons velhos tempos quando estou lá longe, sugiro aqui um monte de opções de produtos nacionais.
De gourmets a presentes, de perfumaria antiga a brinquedos esquecidos no tempo... há uma oferta significativa. 
Há em Lisboa, no Porto e loja online. Ver aqui.

Eu encontrei isto num blog de alguém, num dia qualquer, e esqueci qual, mas tem créditos daí.
De onde? Quando descobrir ponho uma emenda, como na Constituição.

PS: Note-se que ainda é possível comprar Pasta Medicinal Couto...

Um polvo de coisas sobre mim, parte V

  1. sonhei ser bailarina até aos 10 anos quando parei (questões de logística)
  2. não ouvi o Lago dos Cisnes* (Tchaikovsky) desde essa altura, com o desgosto.
  3. adoro roupões e quimonos de seda, cetim ou chiffon;
  4. tinha uma colecção impressionante de berlindes que ganhava aos rapazes. Restam 2 ou 3
  5. tenho 1 je-ne-c'est-quoi de árabe que gosto muito (incluindo o nariz que antes me irritava);
  6. nos anos em que uso agenda, começo entre Fev. e Março (este ano já vamos em Abril... não me parece);
  7.  usei 1 fita plástica preta (originalmente 1 gargantilha baratucha) na testa durante 9 anos**;
  8. "Duarte & Companhia" era A série de acção*** (aos 6 anos o conceito de acção era diferente)

* Um dos piores castigos que tive, foi alguém ter posto esta peça a tocar, exactamente por eu a evitar. Canalha tem destas coisas, eu sei. Mas nunca esqueci. 
** Mais coisa, menos coisa. Excepcoes feitas a certas e determinadas situacoes. Que sao quais? Ora, quando a mamã pedia com jeitinho algo do género: Pusinko, uma vez na vida, é 1 casamento... e não combina com a cor do vestido, filha. Ou... é uma foto oficial para o B.I., tira essa geringonça.

    segunda-feira, 18 de abril de 2011

    And I am easyyyyyyyy, I'm easy like Monday moooorninnng NÃO. NÃO SOU

    So, don't you think 10min are F-word enough to get me (or anybody else) and uncover the complexity of any being. Haven't you noticed I do not appreciate such behaviour? Hmmm, right, too busy making a fool of yourself...acting as the world was on your hand.

    Note for dummies: 
    Mondays are not easy.
    F-word is explained here

    Mesmo que não leias, idiota, fica em linguagem que percebas. 
    Não sou paciente com alguém que conversa durante 10 minutos e acha que nos tirou a pinta, que percebe nossos medos e receios, o porquê de certas reacções, como reagiriamos perante esta ou aquela situação... mais nada? O nosso número de contribuinte não adivinha? E pronto, depois olha para nós (mim) com cara de abstrunto e conclui que afinal batemos (bato) mal. Hello bronco? Era um misto de indirecta com humor cinza dito com sorriso amarelo. Vai-te catar. Pra nao dizer outra coisa em que estou a pensar. Com muita força, aliás.

    Diálogos Prováveis - Dentista vs Chefe

    (Sim, estou sem acentos nem cedilhas. É fazer de conta, sim?)

    Ia Pusinko toda lampeira campus universitário afora com um destino tracado. Eis senão quando dá de caras com o chefe ao virar a esquina.
    (Nota: Traducao livre de Inglês e outro estrangeiro. As coisas podem nem ter acontecido exactamente assim)

    P - Olha se não é o meu chefe! E quê, 'tá tudo?
    Chefe - Olá! Pois... nom nom... (a ver se despachava a trinca que tinha dado na sandocha 2 segundos antes)... nom nom
    P - Vou fazer vistoria à cremalheira (quem esteve 5 minutos numa praxe ou perto dela aprendeu este vocábulo)
    Chefe - Ainda essa história? Complicado, hein?
    P - Parece que é só para acompanhar se recuperou como previsto e eventualmente examinar o resto. Tenho de ir andando...
    Chefe - Ahhh olha, sobre a revisão do trabalho bla bla bla (vou poupar-vos, sim?)
    P - Sim, tens razão... Mas agora não posso atrasar-me e tal...
    Chefe - Bla bla...
    P - Olha e se fomos tomar café quando eu voltar e discutimos isso com mais calma? Tenho meeesmo de ir para não atrasar. A sério.
    Chefe - Logo estou ocupado. De qualquer maneira era só para não te esqueceres de bla bla bla...
     P- Chefe, continência e tal, mas eu tenho dentista.
    Chefe - Pois, claro :) Mas repara só que bla e convém que prepares também ble bli...
    P - Chefe, eu não gosto de me atrasar quando temos uma reunião marcada, certo?
    Chefe - pois...
    P - E nós não temos. E, se tivesse de escolher, com grande pena minha, a prioridade é da senhora dentista, está bem?
    Chefe - Primeiro as senhoras...
    P -  Não! Primeiro quem tiver 1 broca na mão e pode fazer dóis.
    Chefe -  Tem a sua lógica. Boa sorte. Vai, corre como o vento! 

    (Claro que esta última frase não foi proferida, mas partiu-se a rir enquanto eu tentava voar até à estação. De resto o diálogo foi como aparece aqui excepto nos "blá", que correspondem a tarefas e trabalho para fazer).


    Epílogo: Cheguei mesmo mesmo em cima da hora. Iupi iupi

    domingo, 17 de abril de 2011

    Coisas que não se fazem

    Não se põe uma almofada de penas - especialmente de... vá... estimação pelo conforto proporcionado ao dormir - na máquina de lavar. Mais ainda se um dos nossos roomies for adepto de programas de lavagem significativamente mais agressivos e nós, na nossa doce estupidez nem olharmos para o programa, habituados que estamos a ver sempre o mesmo :x


    - Ah e tal Pusinko, e qual é o resultado disso?
    - Ainda pergunta caríssimo/a leitor/a? O resultado é feio. No entanto, se estiver à procura de um motivo para mudar de almofada, usufrua desta belíssima oportunidade.

    It happens


    sábado, 16 de abril de 2011

    O poder de um sorriso

    É verdade que um sorriso ilumina o mundo. Enche corações, alimenta a alma e é de graça. Porque se sorri tão pouco?A crise e os problemas não nos deviam impedir de sermos nós próprios. Dar a volta às situações com um sorriso é muito melhor e mais difícil até se começar.

    Quem quiser vencer na vida deve fazer como os seus sábios: mesmo com a alma partida, ter um sorriso nos lábios.
    (desconheço a autoria mas posso afirmar que se trata de uma pessoa. Qual? Estou a averiguar)


    Vencer na vida não se faz só de sorrisos. Já um desconto (e dos bons) a comprar uma bicicleta, assistência garantida, um cestinho para as compras e um novo cadeado é bem possível com um sorriso e amena cavaqueira com quem gosta (e precisa) de conversar. 
    No fim, dá-se um aperto a uma mão oleada e suja mas cuja alma está limpinha, limpinha. E isso, vê-se como? No sorriso. 
    Já percorri quase 10km num passeio urbano pelo centro da cidade e o sorriso (o meu) estava na mesma, feliz. Igual ao o do avô que me atendeu na loja.

    Quem fala assim não é gago... mas é uma besta


    Fernando Nobre

    “Vou ser franco: ainda não vi o programa eleitoral do PSD”

    Económico  

    As 1001 noites adiadas

    Hoje foi verificação de terrreno.

    Um cantinho libanês com almofadas no chão e tectos com lenços gigantes de padrões delicados. Cores quentes. Como convém. Tiramos os sapatos para sentar na área das alcatifas.
    Chá preto e narguilha. Tremoços (sem sal, au naturel), cenoura crua e sementes tostadas. Boa companhia com a Jo e os árabes amigos. Conforto. 
    Salada de línguas, palavras novas e gargalhadas pelo meio. Na teoria deles, foi a estadia árabe na Península que me faz ter este ar. Libanês, dizem os Libaneses. Turco, dizem os Turcos. E eu concordo com todos. Afinal de contas saio mais ao pai que à mãe. Nessa nota árabe. E no feitio(zinho).
    Esta noite não houve música ao vivo. Na próxima teremos direito ao concerto e à bailarina que acompanha as tablas com espasmos e ondulações ritmadas.  Melhor, no fim do show, a plateia é convidada a juntar-se à festa. E eu também dançarei. Com o véu vermelho escuro que tenho comigo :)

    quinta-feira, 14 de abril de 2011

    Do gamanço


    Podia dizer que o que ele fez é uma vergonha para a classe política.
    Mas, vejamos bem, os conceitos referidos até agora: vergonha; gamanço, classe política
    Eu diria que isto é, claramente, uma família de palavras.

    Vamos construir uma frase com estas palavras? Vai ter que ser: 

    A classe política não tem vergonha do gamanço a que se dedica.

    Vi este momento no blog do António Branco. Ide vós também visionar esta comédia de minuto a partir dos monitores no trabalho ou do conforto de vosso lar.

    Eles voltarem do fundo do blogger

    pessoas interessadas em cenas e que seguem este blog, fui informada que voltaram :D

    Vai-se a ver e afinal é verdade. Alvíssaras!

    Aos seguidores este blog

    Gosto muito de vocês e agradeço que passem neste cantinho e mandem postas de robalo à vossa vontade.
    Agora, o que foi feito dos vossos ícones e links para perfil no blog no lado direito... não sei. Escafederam-se por motivos que só o blogger entende. Culpa minha não foi.
    Espero que volte ao normal depois deste faniquito da entidade virtual que me cede o espaço para postar cenas.

    Grata pela atenção
    Pusinko

    Weekday vegetarian... a fair commitment

    See TED  uma mini palestra. São 4 minutos.
    Há formas de contribuir para reduzir a super produção de chicha que, na verdade, nem é tão boa e saborosa como a que se cria de modo mais tradicional. Nem tão saudável. 
    Admitindo que o consumo de carne não é saudável de todo nos moldes actuais. O que antes acontecia era carne 2-4 vezes numa média de 14 refeições quentes por semana que corresponde aos hábitos de muita gente. Agora é quase diário.

    Eu não tenho tendência vegetariana nenhuma. Muito me agrada uma chicha bem preparada (melhor se for a mamã). Também não pretendo deixar de lado receitas nem sabores tradicionais que são parte da tradição de povos variados. Sou fã de sabores e aromas, especiarias e culturas... mas há que ter um olho na sustentabilidade do planeta e na produção de metano por causa do gado, que supera a dos automóveis... se não nos preocuparmos com o entupimento das artérias e por aí.

    quarta-feira, 13 de abril de 2011

    Note to self

    Nunca, nunca comer nem 1 ervilha antes de visitar amigos libaneses que tenham um restaurante  tradicional. São piores que a minha avó.


    E o que fiz eu? Papei 1 sopinha de lentilhas num restaurante turco com 1 amigo meia hora antes.


    E porquê? Porque só pensei lá ir dar 1 olá e beber 1 cházinho.


    E que te aconteceu Pusinko? Nada de  especial. Não se recusa a estas gentes a hospitalidade, muito menos no prato.


    E como te safaste? Não me safei. Andei a engonhar hora e meia e comi metade do que me deram, especialmente a salada... e depois deram-me a caixinha com o resto pra comer amanhã.

    E como saiste de lá? Fiz aquela acrobacia que é colocar um pé em frente ao outro e segui porta fora resistindo valentemente à vontade de rebolar que se me apoderou naquele momento. Sou dotada de grande controlo do corpo sobre a mente.


    Porque muita gente, ou todos deviam assistir


    Falei deste documentário há quase um mês, aqui. Deixo o resumo de 10 minutos, mas aconselho vivamente a versão completa. Aqui



    É lindo, as imagens maravilhosas, a realidade crua. Os recursos dos quais usufruimos e o preço que pagaremos a curto prazo. Herdamos maravilhas que transcendem a nossa existência. Este planeta tem-se desenvolvido durante biliões de anos antes de nós cá chegarmos. Desde que nos encontramos aqui, seres humanos, fomos capazes de transfigurar a face deste mundo que pertence a todos os que o habitam e que nós ignoramos por sermos "superiores". E, mesmo assim, somos incapazes de alimentar, vestir e tratar tantos elementos desta tribo humana. 

    Este é o nosso mundo e é feito de nós e nós somos feito dele e a ele tornaremos num ciclo de reintegração da matéria. Pobre de quem vier.

    terça-feira, 12 de abril de 2011

    E esta semana vai ser do catano

    a modos que me vou abster de ler blogs à noite e postar em demasia, dado que o tempo é um montinho de areia e eu tenho as mãos abertas e está a cair tudo. Vou ver se ainda apanho algum tempo e volto não tarda..... Ai o camandroooooooo


    Entrevista a Socrates - realidade

    RAP: "Quem vai tirar Portugal do buraco em que se encontra?"
    Socas: "Eu não serei"
    Concretizou-se... ele não será. E pronto fica o meu comentário político da semana.
    O Sócrates responde bem quando as perguntas são adequadas.

    segunda-feira, 11 de abril de 2011

    A ouvir #17: It never entered my mind - Miles Davis

    Hoje é mesmo isto

    Esta tem entrada directa na Lista Pessoas-mais-ou-menos-especiais-que-têm-uma-música-que-lhes-associo esta é a música do B. Já que foi com ele que voltei a escutar o mestre... um dos, vá. Mas este é grande. E tem obras fantásticas... mas esta música... hmmm.
    E porque o B. merece. Não sempre, mas no geral :)

    Frase do momento #18

    Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima.
    (Buda)

    Hoje não peguei num bocado de carvão para atirar a alguém e não queimei as mãos.
    Apesar de tudo, ainda tenho de lutar para não pegar noutra coisa qualquer que não queime.
    Vou ali reflectir sobre isso e já volto.

    I has no strings

    attached.

    "I has a happy"

    I has lots of energy.

    I is back

    domingo, 10 de abril de 2011

    Prendas para quem calhou

    Esta é das minhas preferidas e das mais rápidas de fazer até hoje.
     Foi a prenda de aniversário da Cec em 2007.
    Serviriam um pé 35/36 antes de secar. 
    A Cec foi bailarina.

    sábado, 9 de abril de 2011

    Agora que "quase" sarou

    ocorre-me que estamos aqui, estamos na Páscoa e eu tenho de achar um Coelhinho em aço inoxidável e dar ao meu dentista. Provavelmente pela cara adentro e despejar um frasquinho de H2SO4 que tem-se tornado um clássico dos crimes passionais (a passion aqui é o meu falecido dente). E, neste caso era só umas gotinhas para ouvir as pontas dos dedos a fazerem "pfffff".... e não poder tratar mais ninguém. O coelhinho poderia resolver o resto.
    Ainda não sei como será concretizada esta ideia, mas afigura-se-me um programa bem divertido para uma tarde de Primavera.


    Em aço inoxidável ou como este que tem um pelinho branquinho mesmo fofo.
    Fiquei dividida agora...

    sexta-feira, 8 de abril de 2011

    Matem-me aos poucos

    Começou o funeral de um dos locais mais emblemáticos da capital (e das boas) onde moro.  Por um milhão de euros, pessoas venderam-se. A vida está difícil. Não as censuro. Mas tenho pena. Acho pouco. E acho triste que o governo (este e vários anteriores) suportem a transformação da aurícula (ou ventrículo, tanto faz) do coração desta cidade, para se tornar numa merda igual a tantas outras. Vendem pedaços de mundo por meia dúzia de tostões e tachos. E pagam miseravelmente a quem pouco teve a vida toda e lhes parece muito. Até putas de rua cobrariam mais de quem pode pagar para destruir símbolos mais ou menos anárquicos que, no fundo, são o que faz esta cidade diferente das outras.
    Vista de cima... tantas vezes
    Fogueirinha e das boas :D


    Hoje fui lá. Ver o princípio do funeral de um local onde fui centenas de vezes. E onde fui feliz. E onde a crise sempre existiu e, por isso estimula muitas outras formas de arte como só ali existe. Ali havia alma. Falta comprar os outros que lá ficaram e enterrar o moribundo. 
    "Ali" chama-se "Tacheles" (tárrélêss).

    Um dia quando sair desta capital (e das boas) vou ter menos saudades.
    R.I.P.

    NOTA: Créditos fotográficos - OwlbrainWave a quem agradeço as fotos tiradas na última vez em que entrei aqui e tudo funcionava... as tuas fotos são mais valiosas por isso. Obrigada

    Faz-me comichão no céu da boca #7: dar lugar aos velhos

    (E vai sem acentos nem cedilhas nem o camandro porque estou deveras irritada.)

    E quem diz velho, diz todos os quem estao claramente em desvantagem quando o assunto é andar no pára-arranca do metro (ou outro transporte público).

    Era um casal. Muito entrados na idade. As portas fecharam e eu ofereci o meu lugar à senhora que, agradecida, se sentou. Pessoas olharam para mim. Pessoas de rabo alapado olharam para mim e chegaram o jornal mais à frente da cara (o rapaz feio das borbulhas e boca à Manuela Moura Guedes); olharam para mim, para o avo que buscava um cantinho com os olhos e ignoraram à séria (a quarentona de metro e meio que merecia 2 lamparinas por se ir sentar a correr depois de o ver e fingir que nao, e mais 3 ou 4 que estavam bem com dois bufardos naquelas fronhas); olharam e continuaram na mesma (os restantes imbecis de boa saúde e os outros que também nao tinham lugar para oferecer pois iam em pé e nao posso mandá-los a parte nenhuma).

    Que essas pessoas mais jovens e saudáveis nunca irao passar por isso é o que as safa de sentirem que a sociedade, além de votar mal muitas vezes, é mal educada, prepotente, arrogante e mais nao digo que a ideia ficou clara. 

    Ah Pusinko e tal... Entao nao vao passar por isso? Como assim?
    Bem, também nao cuidam do ambiente, usam água e luz ao desbarato, comem gordura às colheres, bebem desde os 12 anos... alguma coisa dar-se-lhes-á para irem sentar-se com Nosso Senhor no jardim do vinho sem álcool e com muitas (72?) virgens ou badalhocas (pro resto do mundo). Ficam safos da experiencia que ver 2 geracoes mais novas a desprezarem quem já cá anda há mais tempo.

    A educacao NAO passa de moda. Phoda-se

    Há quem me diga

    Gosto-te tanto.

    E eu acredito xD

    Quando o Ricardo Araújo Pereira não diz piadas

    diz verdades: Aqui

    quinta-feira, 7 de abril de 2011

    E depois vai uma besta de 23

    Um polvo de coisas sobre mim, parte IV

    1.  gosto de língua de vitela estufada com ervilhas (nhami);
    2.  as minhas cores para sair à noite são: preto e vermelho; 
    3.  tenho fobia a doenças dos olhos, oftalmologistas e "truques" com as pálpebras;
    4. foram 1000km em 24h entre 2 capitais para assistir aos Metallica (Megadeth, Anthrax & Slayer também) e voltar a tempo de uma palestra;
    5.  no meu quarto há a parede com o poster da Audrey Hepburn e no lado oposto 1 F-16 Eagle;
    6. tenho carta há 6 anos e 2 meses de prática. Sou maçarica. Mas conduzo (mto) bem a bike;
    7. fui salva de afogamento aos 10 ou 11 anos;
    8. tenho mau perder (muito mau às vezes). Pus o dedo no ouvido de 1 puto* de 12 anos só para o desconcentrar no jogo da Wii. Não me arrependo nadinha;
    9.  
      * o puto é o irmão do maninho e o acontecimento foi na casa dele perante uma data de amigos nossos presentes e a estupfacção da mãe do maninho e do puto... o que vale é que ela gosta de mim e sabe que eu tenho bom fundo. 

      quarta-feira, 6 de abril de 2011

      É que é TÃO verdade

      ...
      E nesta perspectiva, a vida fica muito mais simples, de repente.

      terça-feira, 5 de abril de 2011

      Guns N' Roses know it....

      Sometimes I need some time...on my
      own Sometimes I need some time...all alone
      Everybody needs some time...on their own
      Don't you know you need some time...all alon
      e

      Guns N' Roses 
      November Rain


      Acho que ainda me estou a adaptar ao mundo depois de um interregno necessário. Mas essa ideia só se materializa volta e meia, a modos que dou por mim a bater de frente com a realidade sem a reconhecer por completo. Imagino o que seria se eu fosse ursa e hibernasse. 
      (E quem escreve ursa, escreve, rata-silvestre, morcega, marmota, esquila e por aí , já que os ursos, tecnicamente, nao hibernam, dormem apenas. True story)

      Frase do momento #17

      "Amor é: (...) ser a pessoa certa, não procurar a pessoa certa; é desprendimento, jamais dependência"
      Paulo Marques

      Para ler e mastigar.

      Li isto ao passear no blog da Isis e não queria deixar de partilhar. São palavras para meditar um bocadinho. Eu gostei. Muito.

      segunda-feira, 4 de abril de 2011

      A ouvir #16: Metallica - Fade to Black



      Porque eu adoro Metallica e boa parte do meu interesse em Metal começou com eles.
      Porque sou fã de todos os elementos da banda.
      Porque o meu maninho deu-me os phones dele no 9o ano para eu ver que eram fixes :)
      E porque esta música em particular está na lista Pessoas-mais-ou-menos-especiais-que-têm-uma-música-que-lhes-associo esta é a música do Fontes, primo do Maninho. Foi por causa dele que a escutei a 1a vez (com atenção) e gostei. É também das minha favoritas de sempre, pelas memórias que me traz.

      Eram 583 páginas...

      ... e eu papei em dia e meio.

      Tenho a pipa cheia de letras.  xD


      Note to self: Só voltar a pegar num livro interessante quando estiver oficialmente de férias.
      Ponto.

      Sobre o Campeonato

      O PORTO venceu na LUZ
      No fim, desligaram as luzes, ligaram o sistema de rega e foram fazer um soninho.


      Eu até percebo que custe e, acredito que no Dragão não seria muito diferente se o Benfica lá fosse ganhar o campeonato, mas, que baralho, onde está o dito cujo (un)fair play que tanto dignifica  o desporto? Sumiu?


      domingo, 3 de abril de 2011

      Hate Blogs

      Onde é que os há? Nunca vi nenhum e ouvi falar recentemente em posts de outros blogosféricos.
      A minha curiosidade prende-se com o seguinte: porquê e como é que alguém faz um? Não tenho o menor interesse em me dedicar ao tema, só gostava de ver em que consiste e de que vive um blog que depende de outro. Sim, Domingo de manhã e acordei cedo...

      sábado, 2 de abril de 2011

      Gosto muito

      deste:

      Starry Night over the Rhône (1888)
      Vincent van Gogh

      e deste 
      The Great Familiy (1963)
      René Magritte


      Mundos diferentes, sorrisos iguais.
      Uma visita ao Museu van Gogh (Amesterdão) foi aguardada ansiosamente durante 6 meses só para ter a melhor guia possivel. Dessa visita o gosto por "fan rórr"
      Magritte veio de Ceci n'est pas une pipe... 

      Mulheres que... sim senhor: Elle Macpherson - The Body

      Nasceu Eleanor Nancy Gow perto de Sydney, Australia em 1963. Começou na moda aos 19. Record de 5 capas da Sports Illustrated magazine.
      Tem 2 filhos, fala Inglês (nativo), francês, italiano e espanhol. Sempre geriu negócios paralelos em várias áreas e participou em alguns filmes/séries. Activa em campanhas humanitárias e defesa dos direitos dos animais. Durante a sua carreira como modelo foi contra o uso de peles na moda e isso torna-a muito mais bonita do que já é.
      Uma das minhas top models de estimação dos anos 90.

       É 1,88m de mulher.  É claramente a maior da aldeia.

      As suas amigas de passerelle a brincar :p

       Aqui, já mais crescida (nos anos)
      - Ah Pusinko e tal... que idade tem ela aqui?
      - Tem 45, de acordo com o site.
      - Ah e como é possível ser assim? 
      - Não é para quem quer, é para quem pode.

      sexta-feira, 1 de abril de 2011

      De cabeça à roda

      A minha percepção do mundo é, neste momento, a mesma que ela tem.

      Estou em modo

      Queixinhas

      E

      isto não é peta do dia 1 de Abril.

      Relações ou Ralações... dos outros

      Passei pouco tempo com eles. 


      Personagens: Ela: tinha 1 certo potencial, cara bonita, boa pele. Sorria.
                             Ele: pacato, bonitinho, dedicado. Sorria.

      Prólogo:
      Eram estudantes a terminar os cursos, sem emprego seguro, que se amavam e  decidiram morar juntos (numa casa partilhada com mais 3 pessoas).... mas era o amor. Na loucura, ter um filho nessa mesma casa, se ninguém se opusesse. Ninguém se opôs.
      Um formigueiro de procriar difícil de entender para mim.

      História:
      Nunca a vi cuidar ou arranjar-se minimamente. Desleixo traduzido em gorduras localizadas, alimentacao deficiente e um aparente desinteresse na sua propria imagem e bem-estar. Aos 22 anos.
      Sempre o vi a praticar desporto e convidá-la para modalidades várias, a ser o cozinheiro saudável de serviço, a motivá-la com uma delicadeza notável. Aos 23 anos.

      Jamais foi directo ao ponto de perguntar porque se degradava ela aos poucos. Nós, mulheres, fomos directas ao ponto de perguntar porque se degradava ela aos poucos. Resposta lacónica e repetida: "tem de gostar de mim como sou, se me escolheu é para ser eu mesma"... blá blé blí bló blú...

      De criança no bucho havia 3 meses adorava o estado de (des)graça (física). Que assim já não a podia chatear e devia ceder aos caprichos todos, agora que  vinha o pimpolho.
      Porque ele tinha de a aceitar como era, ............ então grávida, nem se fala.

      Epílogo:
      Casaram e mudaram-se para outro apartamento com ajuda dos pais. 
      Tiveram um filho que é praticamente sustentado pelos pais.
      Vão criando o puto enquanto a relação entre eles escorrega na falta de amor próprio dela e no cansaço dele. Nos choros e noites mal dormidas. Nos estágios escolares e partilha de responsabilidades.... Na lingerie gasta misturada com fraldas misturada com baba misturada com fato-de-treino misturada com hoje-vou-beber-um-copo-com-o-pessoal misturada com "a tua mãe mete-se demasiado na nossa vida" (se calhar paga para isso)... misturada com Amor torrado à espera de ter sido vivido.


      O amor é phodido já dizia o outro.